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Browsing by Autor "Adria Luana Gabler da Costa"

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    Convulsão febris em crianças: aspectos clínicos e diagnósticos
    (2024) Camilla Maganhin Luquetti; Adria Luana Gabler da Costa; Caroline De Souza da Silva; José Teobaldo da Costa Neto; Flávia Miozzo Cenci; José Humberto Teixeira; Beatriz Rodrigues Rossatto; Caroline Queiroz Corse; Daniel De Brito Pontes; Mário Henrique Rodrigues Cavalcanti
    Introdução: Convulsão febril é distúrbio neurológico comum e dependente da idade, em 2 a 4% de crianças menores de cinco anos. São convulsões do tipo simples, generalizadas, menores de 15 minutos e não se repetem em 24 horas. Embora em 33% dos casos possam recorrer na primeira infância, possuem origem benigna e estão associadas a um risco futuro de epilepsia apenas ligeiramente superior à população em geral. Aquelas febris do tipo focais, prolongadas ou múltiplas nas primeiras 24 horas são definidas como complexas, com maior recorrência e heterogeneidade de condições associadas. Objetivo: discutir fatores de risco, quadro clínico e diagnóstico das convulsões febris. Metodologia: Revisão de literatura integrativa a partir de bases de dados da Scielo, da PubMed e da BVS, de janeiro a abril de 2024, com descritores “febrile seizures”, “clinical features”, e “evaluation”, cadastrados no DeCS/MeSH e operador “AND”. Incluíram-se artigos de 2019-2024 (total 96), com exclusão de outros critérios e escolha de 05 artigos na íntegra. Resultados e Discussão: A convulsão febril tem pico de incidência entre 12 e 18 meses de idade. Há ligeira predominância masculina, com relação estimada de 1,6:1. Além da idade, os fatores de risco mais comuns incluem febre alta, infecção viral, imunização recente (após tríplice e tetraviral) e histórico familiar de convulsões febris. A maioria apresenta convulsão febril no primeiro dia da doença e, em alguns casos, como primeiro sintoma. Duram menos de 15 minutos, sem características focais, uma em 24 horas. Caracterizam-se como crises tônico-clônicas generalizadas, mas também podem ser de caráter atônico ou tônico. A convulsão febril complexa diferencia-se por episódios com mais de 15 minutos, focais ou paresia pós-ictal e recorrência em 24 horas. O diagnóstico diferencial de convulsão febril deve sempre considerar infecção do SNC (meningite/encefalite). As convulsões febris são diagnóstico clínico. Em crianças com história típica e exame tranquilizador e não focal, os testes diagnósticos são desnecessários. Podem ser realizados punção lombar e exames laboratoriais, neuroimagem e eletroencefalografia (EEG), se suspeita de meningite ou infecção intracraniana. Deve-se considerar, portanto, convulsão febril: convulsão com temperatura > 38ºc; idade entre 6 meses a 5 anos; ausência de infecção de SNC; ausência de anormalidade metabólica sistêmica aguda; sem histórico de convulsão afebril anterior. Conclusão: Convulsão febril é comum na primeira infância, desde que ocorra com febre, sem evidência de infecção intracraniana ou causa definida. Não é considerada uma forma de epilepsia, o que é caracterizado por convulsões não febris recorrentes.
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    Diabetes mellitus gestacional: triagem, diagnóstico e prevenção
    (Nilton Lins University, 2024) Camilla Maganhin Luquetti; Matheus De Souza Teixeira; Aldir Cleber Durães Nascimento Filho; Bruno Bezerra Carvalho Sousa; Alice Barbosa Nascimento; Tassila Melo Souza de Farias; Marta Esteves D’Oliveira; Adria Luana Gabler da Costa; Marcelo Marques Sobrinho; Guilherme Vinícius Oliveira Mendes
    Introdução: O diabetes mellitus gestacional (DMG) se desenvolve em gestantes cuja função das células beta pancreáticas é insuficiente para superar a resistência insulínica associada ao próprio estado gestacional. Objetivo: discutir o diabetes mellitus gestacional quanto à triagem, diagnóstico e prevenção. Metodologia: Revisão de literatura a partir de bases de dados da Scielo, da PubMed e da BVS, de abril a junho de 2024, com descritores “gestational diabetes mellitus”, “diagnosis” e “prevention”. Incluíram-se artigos de 2019-2024 (total 133), com escolha de 05 artigos na íntegra. Resultados e Discussão: DMG é o diagnóstico de diabetes entre 24-28 semanas de gestação. Quando no início da gravidez, mais provável de ser crônico e recebe o nome de “overt diabetes”. A triagem universal ocorre para DMG ocorre entre 24-28 semanas, já que 24 semanas é a idade gestacional quando a resistência à insulina está aumentando significativamente. A abordagem de uma etapa simplifica a triagem realizando apenas um teste de diagnóstico, normalmente um teste de tolerância oral à glicose (GTT) de jejum de 75 gramas, em todos os pacientes. Em duas etapas, o primeiro passo é um GTT oral de 50 gramas de uma hora administrado sem levar em conta a hora do dia/refeições anteriores e, o segundo passo GTT oral de 100 gramas de três horas realizado após jejum noturno. Em mulheres com DMG, o tratamento (terapia nutricional, em seguida, farmacoterapia se os objetivos glicêmicos não forem alcançados) pode reduzir a taxa de alguns resultados adversos da gravidez, particularmente macrossomia e distocia do ombro e, possivelmente, pré-eclâmpsia. Indivíduos com DMG devem ser rastreados para diabetes pós-parto e periodicamente depois, pelo maior risco de desenvolver DM2. Conclusão: A prevalência de diabetes gestacional tem aumentado, provavelmente devido à maior idade média materna e ao aumento do IMC, bem como às mudanças nas práticas e métodos de rastreio.
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    Endometriose em adultos: Patogênese, epidemiologia e impacto clínico
    (2024) Camilla Maganhin Luquetti; Adria Luana Gabler da Costa; Marta Esteves D’Oliveira; Alice Barbosa Nascimento; Thaiana França Reis Alves; José Teobaldo da Costa Neto; José Augusto Paranhos Marcelo; Paulo Henrique Fabiano Zamora; César David Gusso; Mariana Siqueira Passos
    Introdução: Endometriose é doença crônica que atinge 10% das mulheres mundialmente. Definida por tecido endometrial fora da cavidade uterina, é estrogênio-dependente e em mulheres em idade reprodutiva pode se manifestar desde assintomática até ter relação com infertilidade. Dor abdominal e/ou pélvica, dispareunia, disquezia, disúria e sangramento uterino irregular impactam na qualidade de vida e produtividade dessas mulheres. Tanto a região pélvica (ovários, ligamentos uterossacros e retroperitôneo) como bexiga e intestino (retossigmóide, cólon) podem ter tais implantes, dificultando o diagnóstico precoce e agregando morbidades. Objetivo: compreender a endometriose e seu quadro clínico, avaliação e possibilidades diagnósticas. Metodologia: Revisão de literatura integrativa a partir de artigos das bases científicas de dados da Scielo, da PubMed e da BVS. Tal pesquisa ocorreu no período de março a maio de 2024, com descritores em inglês “endometriosis”, “pathogenesis”, “epidemiology” and “clinical impact”, com correspondentes em português. Incluíram-se artigos completos dos últimos cinco anos (2019-2024), com total de 91 estudos. Após leitura dos resumos, excluíram-se estudos de outras categorias, com 05 artigos para leitura na íntegra. Resultados e Discussão: Demonstra-se que o exame físico em pacientes com endometriose é impreciso e variável, dependendo da localização e do tamanho dos implantes. Dor e intensidade não correspondem à gravidade. Achados sugestivos incluem: fixação do colo uterino, anexos ou útero; massa ou nódulo anexial sensível; deslocamento lateral do colo ao toque. Embora o diagnóstico definitivo exija confirmação histológica por biópsia de tecido, o diagnóstico presuntivo ganha destaque a partir de sinais e sintomas com achados de imagem (USG/RNM). Não há marcadores laboratoriais específicos para endometriose. Endometriomas ovarianos, nódulos infiltrativos ou lesão na bexiga são sugestivos em imagens. Reserva-se cirurgia para mulheres com sintomas graves e refratárias ao uso de anticoncepcionais hormonais ou outras terapias. O estadiamento segundo a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) é feito via laparoscopia majoritariamente e direciona o tratamento. Conclusão: Ressalta-se o diagnóstico cirúrgico da endometriose como padrão-ouro, sendo que tal condição raramente sofre transformação maligna para câncer. O atraso diagnóstico da dor pélvica crônica impacta na qualidade de vida e ainda é uma constante, apesar de capacitação médica e avanços tecnológicos.

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