Browsing by Autor "Alysson Barbosa Sena"
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Item type: Item , A conexão entre distúrbios do equilíbrio e doenças neurológicas: Revisão das evidências(Nilton Lins University, 2024) Denis Kleber Holanda Guerra; Alysson Barbosa Sena; Amanda Oliveira de Carvalho; Ana Cunha; Ana Jacy Guedes de Melo e Dias; A. A. Ribeiro; Carolina Montenegro Castro Damasceno; Danielly Melo Brasil; Emerson Batista Mangueira; Flávio De Vasconcelos SilvaEste artigo de revisão explora a conexão entre distúrbios do equilíbrio e doenças neurológicas, destacando intervenções terapêuticas eficazes. As doenças neurológicas como Doença de Parkinson, esclerose múltipla e acidente vascular cerebral afetam significativamente o equilíbrio dos pacientes, aumentando o risco de quedas e complicações associadas. A telereabilitação emerge como uma ferramenta acessível e eficaz, permitindo a reabilitação à distância com supervisão profissional. O treinamento resistido melhora a força muscular e a coordenação, essenciais para a estabilidade postural. A equoterapia e os simuladores de equitação são intervenções valiosas, proporcionando benefícios físicos e emocionais. A modulação da microbiota intestinal e o uso de canabinoides representam abordagens inovadoras que complementam as terapias tradicionais. A personalização dos programas de exercício e a abordagem multidisciplinar são cruciais para a eficácia das intervenções, garantindo um tratamento mais abrangente. A hidroterapia também se destaca, oferecendo suporte e resistência na água, facilitando a mobilidade de pacientes com limitações físicas significativas. A educação continuada dos profissionais de saúde é fundamental para a implementação eficaz dessas intervenções. Conclui-se que a integração de diversas abordagens terapêuticas pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes com distúrbios do equilíbrio e doenças neurológicas.Item type: Item , Eficácia dos Protocolos de Suporte Avançado de Vida no Atendimento Pré-Hospitalar de Parada Cardiorrespiratória: Uma Revisão Integrativa(2024) Marilea dos Santos Carvalho; Alysson Barbosa Sena; Amanda Oliveira de Carvalho; Ana Samille Arcanjo; Beatriz Maria Mesquita de Mello e Silva; Eduarda Tais Barros de Lima; Emilly Louise Rodrigues Oliveira; Gabriela Davóglio Gandin; Gabriela Lucilia Vieira Gotz; Géssica Vieira Saraiva CavalcantiEste artigo apresenta uma revisão integrativa sobre a eficácia dos protocolos de Suporte Avançado de Vida (SAV) no atendimento pré-hospitalar de parada cardiorrespiratória (PCR). A pesquisa foi conduzida através da análise de nove estudos selecionados em bases de dados eletrônicas, publicados entre 2018 e 2023. Os resultados indicam que a padronização das práticas de SAV, conforme as diretrizes da American Heart Association (AHA), aumenta significativamente as taxas de retorno da circulação espontânea (RCE) e a sobrevivência até a alta hospitalar. Além disso, a educação continuada e o treinamento regular dos profissionais de saúde são cruciais para a eficácia do atendimento pré-hospitalar. A infraestrutura adequada e a disponibilidade de recursos também são determinantes para o sucesso das intervenções de SAV. A integração de tecnologias educacionais e avanços tecnológicos na formação dos profissionais de saúde mostrou-se uma estratégia promissora para melhorar a aplicação dos protocolos. Este estudo contribui para o campo da ressuscitação pré-hospitalar ao fornecer uma visão abrangente sobre os fatores que influenciam a eficácia dos protocolos de SAV, destacando a necessidade de uma abordagem multifacetada que combine padronização, educação contínua recursos adequados e inovações tecnológicas.Item type: Item , Manejo Agudo do Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar: Intervenções de Emergência e Perspectivas(2024) Brunna Gerlany Freire Guimarães; Chung Won Chon; Sheyla Milena Costa de Souza; Luiz Henrique Caldas Lins; José Kleber Mota Assunção Filho; Pedro Tiago Azevedo Bianchini; Edne Wanessa Nóbrega Crispim Lima; Poliana Lemes Araújo; Alysson Barbosa Sena; Lucas Acyole Campinho MenezesEste artigo tem como objetivo geral analisar as práticas clínicas atuais no manejo do estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) em ambientes de emergência. O EHH é uma emergência endocrinológica grave que ocorre principalmente em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 não controlada, caracterizada por hiperglicemia extrema, hiperosmolaridade plasmática e desidratação acentuada, sem cetoacidose significativa. A condição desenvolve-se de forma insidiosa ao longo de dias ou semanas e pode levar a manifestações neurológicas graves, como letargia, confusão mental, convulsões e coma. É frequentemente desencadeada por fatores como infecções, uso inadequado de medicamentos, trauma ou doenças concomitantes que aumentam a produção de hormônios contra-reguladores. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica descritiva e qualitativa, analisando estudos publicados entre 2004 e 2024, em português e inglês. As bases de dados consultadas foram PubMed, Scielo e Google Scholar. A análise focou nos fatores desencadeantes do EHH, eficácia das intervenções emergenciais, protocolos de correção de hiperglicemia e distúrbios eletrolíticos, e o papel do acompanhamento endocrinológico na prevenção de episódios recorrentes. Os resultados indicam que o manejo adequado do EHH envolve fluidoterapia agressiva, administração criteriosa de insulina e monitoramento rigoroso dos níveis glicêmicos e eletrolíticos. Avanços recentes incluem a utilização de monitoramento contínuo da glicose e a aplicação de protocolos de tratamento padronizados que melhoram significativamente os resultados clínicos. Estudos mostram que a implementação de tais protocolos pode reduzir o tempo de internação e a mortalidade associada ao EHH. A conclusão destaca a importância de uma abordagem sistemática e baseada em evidências no manejo do EHH. O diagnóstico precoce e intervenções emergenciais, como reposição de fluidos e controle glicêmico intensivo, são essenciais para estabilizar o paciente e prevenir complicações severas, como falência renal e disfunção neurológica. A continuidade das pesquisas nesta área é crucial para aprimorar as estratégias de tratamento, garantir a segurança e eficácia dos procedimentos, e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.