Browsing by Autor "Ana Julia Fernandes Sepulveda"
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Item type: Item , CIRURGIA DE CATARATA: o perfil epidemiológico, melhora visual e qualidade de vida(2025) Andréa Z Pereira; Francisco José de Aragão; Davi Gomes de Menezes Abreu; Euclides Quirino de Queiroz Filho; Guilherme Miranda de Oliveira; Vycthoria Stampini Gomes; João Eduardo Santos Teixeira; Ana Julia Fernandes Sepulveda; Rogério T. Ribeiro; Marina Wetzel SilveiraO presente estudo tem por objetivo, diante da realidade, percebe-se que crenças e conhecimentos sobre a doença e suas consequências, bem como a gravidade do problema oftalmológico são fatores que interferem na busca da assistência. Ao se considerar que a catarata é responsável pelo maior número de cegos no mundo e, ao mesmo tempo, é uma doença passível de recuperação por tratamento cirúrgico, percebe-se que é uma questão importante de saúde pública. Entretanto, nota-se que a dimensão da magnitude do problema vai além do que os oftalmologistas podem atingir, sendo necessário, portanto, um trabalho de cunho interdisciplinar que atinja principalmente a educação em saúde, especialmente em pessoas com visão monocular.Item type: Item , REFORMA PSIQUIÁTRICA NO BRASIL: as contribuições para a saúde mental e a luta por uma sociedade sem manicômios(2025) Jéssica Conceição dos Santos; João Eduardo Santos Teixeira; Francisco José de Aragão; Rui Albuquerque; Josielle Silva Magalhães; Thalia Ely Cervejeira; Manuela Estrela do O Lacerda; Isadora Fonseca Pinheiro; Ana Julia Fernandes Sepulveda; Jonathan Gonçalves de SouzaO artigo traça um panorama histórico e epistemológico da evolução das políticas públicas de saúde mental e atenção psicossocial no âmbito do SUS. Para isso, adota uma abordagem que destaca as ações e estratégias relacionadas à participação social, um dos pilares do SUS, e enfatiza a relevância desse aspecto no contexto da reforma psiquiátrica no Brasil. Além disso, ressalta a originalidade e importância da inserção da cultura como meio e fim no processo, ampliando a reforma para além dos serviços de saúde e destacando a construção de um novo espaço social para a loucura. O texto também analisa a evolução das políticas de saúde mental ao longo do tempo, identificando iniciativas-chave e seus impactos na transformação do modelo assistencial, e levanta questionamentos sobre a atual tendência conservadora que se apresenta.