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Browsing by Autor "Carmen G. Espinoza"

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    CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS E CIRURGIA EM MULHERES COM CÂNCER DO COLO DO ÚTERO ATENDIDAS NA GINECO OBSTETRÍCIA - IPS 2023
    (Arche Scientific and Editorial Consultancy, 2026) Leticia Luján Olmedo Cartaman; Carmen G. Espinoza; Lígia Maria Oliveira de Souza
    O câncer do colo do útero permanece como um dos principais desafios de saúde pública global, sendo o segundo tumor ginecológico mais frequente e uma importante causa de mortalidade em mulheres com menos de 65 anos. Em 2018, foram registrados 569.847 novos casos em todo o mundo, representando 6,6% de todos os cânceres femininos, além de 311.365 óbitos, correspondendo a 7,5% das mortes por câncer. Apesar de avanços na prevenção e detecção precoce, especialmente com o rastreamento por citologia oncótica e vacinação contra HPV, muitas mulheres ainda são diagnosticadas em estágios avançados, o que compromete o prognóstico. Entre as opções terapêuticas, a traquelectomia radical e a linfadenectomia surgem como alternativas cirúrgicas relevantes em determinados cenários clínicos. Este estudo teve como objetivo descrever as características clínicas e os tratamentos realizados em pacientes com câncer do colo do útero atendidas no Serviço de Gineco-Obstetrícia do Hospital Central do IPS, no ano de 2023. Trata-se de um estudo observacional transversal que incluiu pacientes hospitalizadas com diagnóstico confirmado de tumores malignos do colo uterino, segundo o CID-10, abrangendo lesões de endocérvice, exocérvice, colo e istmo uterino. Foram identificadas 83 pacientes. A mediana de idade foi de 42,5 anos (variação: 23–84), sendo que 44,5% tinham menos de 40 anos, e 53% residiam em áreas rurais. O tempo médio de internação foi de 3,1 ± 2,7 dias, e 28% apresentavam sobrepeso ou obesidade. Em relação ao estadiamento, 41% estavam no estágio I, 36% no estágio II e 23% no estágio III. Procedimentos como anexectomia e linfadenectomia foram realizados em 57% das pacientes. Observou-se que mulheres mais jovens (<43 anos) e de zonas rurais apresentavam maior frequência de sobrepeso/obesidade associada a estágios II e III da doença.Os achados reforçam a necessidade de estratégias voltadas ao diagnóstico precoce, acesso ampliado ao atendimento especializado e abordagem multidisciplinar para reduzir a morbimortalidade relacionada ao câncer cervical.
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    LESÕES PRECURSORAS DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO EM PACIENTES INTERNADAS NA GINECO-OBSTETRÍCIA IPS - 2023
    (Arche Scientific and Editorial Consultancy, 2026) Leticia Luján Olmedo Cartaman; Carmen G. Espinoza; Lígia Maria Oliveira de Souza
    A incidência do câncer do colo do útero vem aumentando nos últimos anos, e suas lesões precursoras, como a neoplasia intraepitelial cervical, podem surgir até uma década antes do carcinoma invasor. Essas alterações, geralmente assintomáticas, são identificadas por citologia, colposcopia e biópsia. Este estudo descritivo e retrospectivo teve como objetivo determinar a frequência de lesões precursoras em mulheres internadas na Gineco-Obstetrícia da IPS em 2023. Foram analisados dados de 210 pacientes, com mediana de idade de 47 anos. O grupo etário predominante foi o de 35 a 54 anos (55,7%). Quanto aos tipos de lesão, 21,2% eram de baixo grau e 30,8% de alto grau. A maioria das lesões de baixo grau ocorreu entre 35 e 44 anos, enquanto as de alto grau se concentraram entre 45 e 54 anos. Os achados seguem o padrão latino-americano, que indica maior ocorrência de lesões de alto grau em mulheres acima dos 40 anos. A relevância clínica se destaca pelo risco aumentado de progressão para carcinoma invasor. Conclui-se que as lesões de alto grau foram as mais frequentes, reforçando a importância da vacinação contra o HPV, do rastreamento precoce e do tratamento oportuno.
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    RESSECÇÃO DE TABIQUE VAGINAL POR VIA HISTEROSCÓPICA EM ADOLESCENTE COM SÍNDROME DE HERLYN-WERNER-WUNDERLICH
    (Arche Scientific and Editorial Consultancy, 2026) Carmen G. Espinoza; Leticia Oviedo González; Lígia Maria Oliveira de Souza
    A síndrome de Herlyn-Werner-Wunderlich (HWW) é uma malformação congênita rara do trato mülleriano, caracterizada pela presença de útero didelfo, obstrução unilateral do canal vaginal e agenesia ou anomalia concomitante do sistema urinário ipsilateral. Essa anomalia provoca sintomas clínicos na adolescência, principalmente dor pélvica cíclica, massa pélvica e dismenorreia secundária à obstrução vaginal. O diagnóstico oportuno, realizado por métodos de imagem como ressonância magnética e ultrassonografia, é essencial para evitar complicações como infecções, endometriose ou dano renal. Nesse contexto, a ressecção do septo vaginal obstrutivo por via histeroscópica é uma opção terapêutica minimamente invasiva que busca restabelecer a anatomia, aliviar os sintomas e preservar a função reprodutiva futura. Apresenta-se o caso de uma adolescente diagnosticada com síndrome de Herlyn-Werner-Wunderlich, tratada com sucesso por meio da ressecção histeroscópica do septo vaginal.

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