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Browsing by Autor "Fernanda Alves de Souza"

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    COMPARAÇÃO ENTRE DOENÇA DE PLUMMER E DOENÇA DE GRAVES: DIFERENÇAS CLÍNICAS, DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS.
    (2024) Samuel Antonio Andrade De Moraes; Fernanda Alves de Souza; Germano Danielli; Cecília Maria Rodrigues de França; Pâmela Marina Borges Ribeiro; Alex Hennemann; Gabrielle Marcantes Menon; Lívia de Castro Martinez; William Alberto Hermida Artunduaga; Juliana Fernandes Areal Carrizo
    A Doença de Plummer e a Doença de Graves são condições prevalentes de hipertireoidismo com distintos mecanismos patofisiológicos. Enquanto a Doença de Plummer é caracterizada por nódulos autônomos que produzem hormônios independentemente do TSH, a Doença de Graves é uma condição autoimune com estimulação difusa da tireoide devido a anticorpos contra o receptor de TSH. Metodologia:A pesquisa foi realizada através do acesso online nas bases de dados científicos como: Google Scholar, National Library of Medicine(PubMed), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Scientific Electronic Library Online(SCIELO) para seleção dos artigos, através de palavras-chave presentes nos descritoresPlummer's Disease, Hyperthyroidism, Thyroid Ultrasonography, Graves' Disease, TSH Receptor Antibodies e Exophthalmos. Resultados: Pacientes com Doença de Plummer apresentam sintomas insidiosos de hipertireoidismo associados a nódulos tireoidianos palpáveis, diagnosticados por cintilografia mostrando captação heterogênea. Na Doença de Graves, além dos sinais clássicos de hipertireoidismo, são comuns exoftalmia e outros sintomas autoimunes, com diagnóstico confirmado por anticorpos antirreceptor de TSH e cintilografia com captação difusa. Tratamentos para Doença de Plummer incluem iodoterapia radioativa e cirurgia, enquanto para Doença de Graves, a abordagem inicial é com medicamentos antitireoidianos, seguidos de iodoterapia ou cirurgia em casos refratários.Considerações Finais: A diferenciação entre Doença de Plummer e Doença de Graves é essencial para um tratamento eficaz. A Doença de Plummer requer intervenções focadas nos nódulos hiperfuncionantes, enquanto a Doença de Graves necessita de uma abordagem ampla que inclui o manejo das manifestações autoimunes. A personalização do tratamento baseada na etiologia específica do hipertireoidismo é fundamental para otimizar os resultados terapêuticos e a qualidade de vida dos pacientes.

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