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    Aspectos metodológicos do comportamento ingestivo de ovinos alimentados com capim-elefante amonizado e subprodutos agroindustriais
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2007) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Bruna Mara Aparecida de Carvalho; Herymá Giovane de Oliveira Silva; Lorendane Millena de Carvalho
    Um experimento foi realizado com o objetivo de definir o intervalo de tempo de registro do comportamento de ovinos Santa Inês. Utilizaram-se 18 ovinos machos, não-castrados, com peso corporal médio inicial de 22,62 kg. Os animais foram alojados em baias individuais e distribuídos ao acaso em seis tratamentos, constituídos de dois volumosos (capim-elefante amonizado ou não com 5% de uréia) e três concentrados (com 0% de farelo de cacau ou torta de dendê; com 40% de farelo de cacau; ou com 40% de torta de dendê em substituição ao milho e ao farelo de soja), fornecidos na proporção de 60:40 (volumoso:concentrado). O registro das atividades foi realizado durante dois períodos de 24 horas, no final do período experimental, registrando-se o tempo despendido em alimentação, ruminação, ócio e efetuando-se a discretização dessas séries. Foram testados os intervalos de observações de 5, 10, 15, 20, 25 e 30 minutos. Os tempos despendidos em alimentação, ruminação e ócio não diferiram em nenhum dos intervalos estudados, entretanto, na discretização das séries temporais, ou seja, no número de períodos e no tempo médio gasto por período, apresentaram diferenças significativas. Os tempos de alimentação, ruminação e ócio em ovinos Santa Inês podem ser obtidos com observações em intervalos de até 30 minutos. Para a discretização das séries temporais, recomenda-se o uso da escala de cinco minutos.
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    Balanço de nitrogênio, concentrações de ureia e síntese de proteína microbiana em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Mara Lúcia Albuquerque Pereira; Pablo Teixeira Viana; Alana Batista dos Santos; Taiala Cristina de Jesus Pereira
    Objetivou-se avaliar o efeito da hidrólise da cana-de-açúcar com óxido de cálcio (CaO) sobre o balanço de nitrogênio, as concentrações de ureia na urina e no plasma e a síntese na proteína microbiana em caprinos. Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 õ 4, em quatro períodos experimentais de 14 dias. As rações, formuladas para ser isoproteicas, com 14% de proteína bruta (PB), foram compostas de 70% de cana-de-açúcar (tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio na matéria natural e corrigida com 1% de ureia) e 30% de concentrado e fornecidas à vontade. A cana-de-açúcar com óxido de cálcio foi picada em desintegrador estacionário, pesada, acondicionada em baldes plásticos de 50 litros e tratada com o óxido de cálcio para ser fornecida aos animais após 24 horas de armazenamento. O balanço de nitrogênio, as concentrações de ureia na urina e no plasma e as excreções de ureia na urina não foram influenciadas pelo tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio. A concentração de alantoína (% das purinas totais) foi maior e a de ácido úrico menor nas dietas com cana-de-açúcar hidrolisada com óxido de cálcio em relação à cana in natura. A produção e a eficiência microbiana não foram afetadas pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar em dietas para caprinos em crescimento.
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    Capim-elefante ensilado com casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; José Nobre de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas
    Este experimento foi conduzido para avaliar a composição química, a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e as características fermentativas de silagens de capim-elefante com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca. A adição dos co-produtos no momento da ensilagem foi realizada na base da matéria natural (peso/peso), com dez repetições por tipo de silagem. As silagens com casca de café e farelo de mandioca apresentaram maiores teores de matéria seca. A silagem com farelo de mandioca apresentou os menores teores de nitrogênio total, extrato etéreo e componentes fibrosos. O maior valor de DIVMS foi observado na silagem com farelo de mandioca (74,1%) e o menor, na silagem com casca de café (54,3%). As silagens controle e com farelo de cacau apresentaram valores de digestibilidade semelhantes, 61,4 e 61,2%, respectivamente. Na avaliação das características fermentativas das silagens, não houve diferença entre os teores de ácidos orgânicos, porém o pH da silagem com casca de café (4,6) foi superior ao das demais silagens (4,1). A utilização de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante reduz os componentes da parede celular e aumenta a DIVMS das silagens. Tanto a casca de café como o farelo de cacau adicionados no momento da ensilagem reduzem o valor nutritivo da silagem.
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    Características físico-químicas e custo do leite de cabras alimentadas com farelo de cacau ou torta de dendê
    (Federal University of Minas Gerais, 2006) Henrique Silva; Aureliano José Vieira Pires; F.F. Silva; Cristiane Martins Veloso; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Andréia Santos Cezário; Cibele Costa Santos
    Avaliaram-se o efeito de dietas contendo farelo de cacau (FC) ou torta de dendê (TD) em substituição ao concentrado padrão, à base de milho e farelo de soja, sobre a composição físico-química e o resultado econômico da produção de leite. Foram utilizadas cinco cabras da raça Saanen com 41,66kg de peso e 60 dias de lactação, no delineamento experimental em quadrado latino 5×5. Os períodos experimentais foram de 14 dias, com 10 dias para adaptação e quatro para a coleta dos dados. As rações concentradas isoprotéicas (13,2%) foram calculadas para uma produção de 2kg de leite/dia. As dietas constituíram-se de 36% de volumoso e 64% de concentrado. Utilizaram-se silagem de milho e concentrado-padrão (milho e farelo de soja) com 0, 15 e 30% de substituição pelo FC ou TD. As dietas não influenciaram (P>0,05) as características físico-químicas do leite. A substituição reduziu o custo das dietas e apenas as com 15% de FC e 15% de TD apresentaram margem bruta superior à da dieta-controle.
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    Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com dietas compostas de silagem de capim-elefante amonizada ou não e subprodutos agroindustriais
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2006) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Cristina Mattos Veloso; Herymá Giovane de Oliveira Silva
    Foram estudados os efeitos do uso de silagem de capim-elefante amonizada ou não com uréia (5% na base da MS) e da substituição do concentrado (milho e farelo de soja) por farelo de cacau (FC) ou torta de dendê (TD) na dieta sobre o comportamento ingestivo de ovinos Santa Inês. Dezoito ovinos machos não-castrados (peso médio inicial de 22,62 kg), alojados em baias individuais, foram distribuídos em delineamento experimental inteiramente casualizado, com seis tratamentos, dois volumosos (silagem de capim-elefante amonizada ou não com uréia) e três níveis de substituição do concentrado (milho + farelo de soja) por farelo de cacau ou torta de dendê (0% FC e TD, 40% FC e 40% TD) na dieta, fornecida na proporção de 60:40 volumoso:concentrado. O período experimental foi de 78 dias, sendo 15 dias destinados à adaptação dos animais às dietas. Os animais foram observados a cada cinco minutos, durante dois períodos de 24 horas/dia, no final do período experimental. Foram registrados o tempo despendido em alimentação, ruminação e ócio e o número e o tempo de mastigações merícicas por bolo ruminado. Não houve diferença entre os tempos de alimentação, ruminação e ócio. A amonização do capim-elefente e a inclusão do farelo de cacau no concentrado aumentaram a eficiência de ruminação, mas a maioria dos parâmetros do comportamento ingestivo avaliados não sofreu alterações.
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    Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com silagens de capim-elefante contendo casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; José Nobre de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas
    Um experimento foi conduzido para avaliar o comportamento ingestivo de ovinos alimentados com dietas contendo silagem de capim-elefante com diversos aditivos. Foram utilizados 20 ovinos machos, não-castrados, em um delineamento inteiramente casualizado, com 4 tratamentos e 5 repetições. Os animais receberam dietas com média de 11% de proteína, compostas de 60% de volumoso e 40% de concentrado, com base na matéria seca (MS). Como volumoso, utilizou-se silagem de capim-elefante sem aditivo ou com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca, misturados ao capim-elefante no momento da ensilagem, com base na matéria natural (peso/peso). As variáveis comportamentais foram obtidas a cada dez minutos, durante 24 horas de observação. Os tempos despendidos em alimentação e ruminação foram semelhantes entre as silagens utilizadas nas dietas. Contudo, os animais que consumiram silagem de capim-elefante com farelo de mandioca apresentaram maior tempo de ócio. O consumo de matéria seca e as eficiências de alimentação (g de MS e de FDN/hora) e ruminação (g MS/hora) foram maiores nos animais alimentados com a silagem contendo 15% farelo de mandioca, o que indica que esse subproduto é um bom aditivo para utilização na ensilagem de capim-elefante. A inclusão de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante melhora alguns parâmetros do comportamento ingestivo.
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    Comportamento ingestivo de ovinos Santa Inês alimentados com dietas contendo farelo de cacau
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2008) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas
    O experimento foi conduzido para avaliar o comportamento ingestivo de ovinos alimentados com dietas contendo farelo de cacau. Foram utilizados 16 ovinos Santa Inês fêmeas, não-gestantes e não-lactantes, com peso corporal médio de 25 kg e aproximadamente 12 meses de idade, mantidos em baias individuais. O farelo de cacau foi fornecido no concentrado nos níveis de 0, 10, 20 e 30% e, como volumoso, utilizou-se feno de mandioca. As dietas foram fornecidas em mistura completa, na proporção 50:50 volumoso:concentrado. Os tempos de alimentação, ruminação e ócio obtidos em 24 horas de observação foram semelhantes. Contudo, os animais que consumiram dietas com maiores níveis de farelo de cacau, acima de 14,8% de substituição no concentrado, reduziram o número de bolos ruminados por dia, que foi compensado pelo aumento do tempo de mastigações por bolo. Os consumos de matéria seca (MS) e fibra em detergente neutro (FDN) e a eficiência de alimentação (g MS e FDN/hora) não foram influenciados pelos níveis de farelo de cacau na dieta, entretanto, esse alimento provocou alterações na eficiência de ruminação (g MS e FDN/bolo). O número de mastigações merícicas por bolo ruminado aumentou linearmente, enquanto o número de mastigações por dia apresentou comportamento quadrático, com valor máximo de 42.818,4 mastigações diárias para o nível de 16,9% de farelo de cacau. Embora não se tenha verificado diferença nos consumos de MS e FDN (kg/dia), a inclusão de farelo de cacau em dietas para ovinos Santa Inês afetou alguns parâmetros do comportamento ingestivo.
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    Comportamento ingestivo e respostas fisiológicas de novilhos submetidos a dietas com torta de amendoim
    (Federal University of Minas Gerais, 2014) Paulo Antônio Barros Oliveira; Ronaldo Lopes Oliveira; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Ossival Lolato Ribeiro; M.C.P. Leite; B.R. Correia; Ana Carolina Ferreira; Nilzomar Barbosa Filho
    Objetivou-se avaliar a substituição do farelo de soja por torta de amendoim no concentrado da dieta de novilhos, por meio do comportamento ingestivo e respostas fisiológicas. Foram utilizados cinco novilhos, dispostos em um quadrado latino 5 x 5. As dietas foram compostas de feno de tifton, milho moído, farelo de soja e torta de amendoim, constituídas de zero (100% de farelo de soja), 25, 50, 75 e 100% de substituição por torta de amendoim no concentrado. Os níveis de torta de amendoim não influenciaram (P>0,05) as eficiências de ingestão e ruminação da matéria seca e da fibra em detergente neutro. Em relação às atividades comportamentais, o único parâmetro em que se observou efeito da substituição foi o número de períodos de ócio no turno da manhã (P<0,05), no qual se constatou efeito linear crescente. A taxa de secreção salivar e a quebra de partículas foram semelhantes, pois não houve efeito (P>0,05) das dietas sobre as características de mastigação. Como não houve efeito (P>0,05) das dietas sobre as frequências respiratória, cardíaca e a temperatura retal, o calor endógeno produzido pela fermentação ruminal foi equivalente. A torta de amendoim, por conter aflatoxinas, quando fornecida em alta relação volumoso x concentrado, pode substituir o farelo de soja na dieta de novilhos, pois ocasiona comportamento ingestivo e respostas fisiológicas semelhantes.
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    Comportamento ingestivo em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Edênio Detmann; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas; Robério Rodrigues Silva; Bianca Damasceno Pinho
    Objetivou-se avaliar o efeito do tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio (CaO) sobre o comportamento ingestivo em caprinos. Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. Os animais foram mantidos em baias individuais de 1,2 m², com piso ripado de madeira, providas de comedouros e bebedouros individuais. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas e conter 14% de proteína bruta (PB) e apresentaram 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) corrigida com 1% de ureia e 30% de concentrado fornecidas a vontade. A cana-de-açúcar com a adição das doses de óxido de cálcio, foi triturada em desintegradora estacionária, pesada e acondicionada em baldes plásticos de 50 L, tratada com o óxido de cálcio e fornecida aos animais após 24 horas de armazenamento. Os tempos despendidos em alimentação, ruminação (min/dia, min/kg MS e min/kg FDN) e ócio (min/dia) não foram afetados pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar. A adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar não influenciou a eficiência em alimentação e ruminação, mas provocou redução do tempo médio despendido por período de alimentação. O comportamento ingestivo de caprinos em crescimento não é afetado pela utilização de dietas contendo cana-de-açúcar tratada com até 2,25% de óxido de cálcio.
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    Composição química de capim-tanzânia adubado com nitrogênio e fósforo
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Ronaldo Silva Sousa; Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Fabiano Ferreira da Silva; Albertí Ferreira Magalhães; Cristina Mattos Veloso
    Avaliaram-se os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), nutrientes digestíveis totais (NDT), cálcio (Ca), fósforo (P) e magnésio (Mg) na parte aérea do capim-tanzânia (Panicum maximum) adubado com nitrogênio e fósforo durante o período de verão/outono. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 × 3, com quatro doses de nitrogênio (0, 100, 200 e 300 kg/ha/ano) e três doses de pentóxido de difósforo (P2O5) (0, 50 e 100 kg/ha/ano), com três repetições. Foram realizados três cortes a 40 cm do solo, a cada 35 dias. Após cada corte, foi realizada adubação, aplicando-se o P2O5 de uma só vez no corte de uniformização e o nitrogênio parcelado em três vezes. As doses de nitrogênio não afetaram os teores de magnésio e reduziram os teores de matéria seca, cálcio e fósforo, enquanto a adubação fosfatada aumentou o teor de fósforo. A adubação teve efeito quadrático nos teores de PB, FDN e NDT, melhorando a qualidade da forragem conforme aumentaram as doses, principalmente de nitrogênio. Nas condições edafoclimáticas estudadas, recomenda-se que o capim-tanzânia seja adubado com 300 kg de N/ha e 100 kg de P2O5/ha.
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    Composição química e perdas fermentativas de silagem de cana-de-açúcar tratada com ureia ou hidróxido de sódio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Alana Batista dos Santos; Antônio Roberto Ferreira; Paulo Bonomo; Fabiano Ferreira da Silva
    O experimento foi conduzido para avaliar a composição química e as perdas fermentativas de silagens de cana-de-açúcar tratadas com ureia ou hidróxido de sódio (NaOH). Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições, em esquema fatorial 2 x 4, com duas variedades de cana-de-açúcar (CB 45-3 e RB 72-454) e quatro aditivos (controle, NaOH, ureia ou NaOH + ureia), compondo as seguintes silagens: cana-de-açúcar sem aditivo; cana-de-açúcar tratada com 4% de ureia; cana-de-açúcar tratada 4% de NaOH; cana-de-açúcar tratada com 2% de ureia + 2% de NaOH. Os procedimentos foram realizados em ambas as variedades e as doses aplicadas com base na matéria seca. A cana-de-açúcar foi picada e misturada, acescida dos aditivos e armazenada em silos de PVC com 50 cm de altura por 10 cm de diâmetro, providos de válvula de Bunsen. Adotou-se uma compactação de 750 kg de matéria natural/m³. Os silos foram pesados no início e ao final do período experimental para quantificar as perdas por gases e efluente. Não foi observado efeito de interação entre variedades de cana-de-açúcar e doses para perdas por efluente, pH, celulose, lignina e cinza. O hidróxido de sódio contribui para redução de perdas,manutenção do grau brixa e elevação do pH da silagem da cana-de-açúcar, independentemente da utilização da ureia, além de promover redução dos constituintes da parede celular, ocasionando melhoria na qualidade da silagem de cana-de-açúcar.
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    Consumo e digestibilidade aparente em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Santana Júnior; Alyson Andrade Pinheiro; Mendes; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro
    Desenvolveu-se este estudo para avaliar o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio. Avaliou-se também a eficiência de predição do consumo de matéria seca e do valor energético dos alimentos. Utilizaram-se 20 novilhas mestiças Holandês-Zebu com peso corporal médio inicial de 200 kg, distribuídas em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro dietas e cinco repetições. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas e fornecer 14% de proteína bruta e foram compostas de 71% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) e corrigida com 1% da mistura ureia e sulfato de amônio (9:1) e 29% de concentrado. Os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente neutro corrigida para cinzas e proteína (FDNcp), fibra em detergente neutro indigestível (FDNi), carboidratos totais (CT), carboidratos não-fibrosos corrigidos para cinza e proteína (CNFcp) e nutrientes digestíveis totais (NDT), em kg/dia, não foram afetados pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar. Os consumos de MO, FDN, FDNcp e NDT (% PV) reduziram linearmente com as doses de óxido de cálcio. As digestibilidades de MO, FDN, FDNcp, carboidratos totais e CNFcp e o teor de NDT das dietas não foram afetados. Entretanto, o tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio provocou redução na digestibilidade da MS e PB. As equações propostas pelo National Research Council subestimaram os consumos de MS e NDT e de PB e CNF digestíveis e superestimaram os de FDN digestível. O tratamento da cana-açúcar com óxido de cálcio não melhora o consumo nem a digestibilidade dos nutrientes em novilhas. As equações propostas pelo National Research Council não são eficientes para estimar o consumo de MS e o valor energético de alimentos nas condições experimentais.
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    Consumo, digestibilidade aparente e dias de coleta total na estimativa da digestibilidade em caprinos alimentados com dietas contendo cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas; Bianca Damasceno Pinho; Ellen Mary Barros Domiciano
    O trabalho foi realizado para avaliar o consumo, a digestibilidade aparente dos nutrientes e o efeito do tempo (dias) de coleta total (dois e quatro dias) na estimativa da digestibilidade aparente em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio (CaO). Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas, com 14% de proteína bruta (PB), e foram compostas de 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) corrigida com 1% de ureia e 30% de concentrado. As variáveis relacionadas ao consumo no grupo de animais que recebeu cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio foram maiores que naquele alimentado com cana in natura. O consumo de nutrientes em geral aumentou com as doses de óxido de cálcio adicionadas à cana-de-açúcar. Os coeficientes de digestibilidade de matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e carboidratos não-fibrosos corrigidos para cinzas e proteína (CNFcp) foram menores nos grupos alimentados com cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio em comparação à cana in natura. Verificou-se redução linear do coeficiente de digestibilidade da FDN e efeito quadrático do tratamento da cana com óxido de cálcio sobre a digestibilidade do extrato etéreo (EE) e CNFcp. O uso de óxido de cálcio no tratamento da cana-açúcar aumenta o consumo, mas não melhora a digestibilidade dos nutrientes. Dois dias de coleta total de fezes são suficientes para estimar a digestibilidade aparente total em caprinos.
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    Consumo, digestibilidade e pH ruminal de novilhos submetidos a dietas com tortas oriundas da produção do biodiesel em substituição ao farelo de soja
    (Federal University of Minas Gerais, 2011) B.R. Correia; Ronaldo Lopes Oliveira; Soraya Maria Palma Luz Jaeger; Adriana Regina Bagaldo; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Gabriel Jorge Carneiro de Oliveira; Francisco Helton Sá de Lima; Paulo Antônio Barros Oliveira
    O experimento foi realizado com quatro novilhos Holandês x Zebu, fistulados no rúmen, mantidos em baias individuais e dispostos em um quadrado latino 4x4 repetido no tempo. Teve duração de 88 dias e os animais foram alimentados com feno de tifton-85 e mistura concentrada com farelo de soja, tortas de dendê, amendoim e girassol, que constituíram os quatro tratamentos. Avaliaram-se o consumo, a digestibilidade aparente total e o pH ruminal. O consumo de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), carboidratos não fibrosos (CNF) e nutrientes digestíveis totais (NDT) foi menor (P<0,05) na dieta com torta de dendê em relação às demais. Os consumos de extrato etéreo (EE) e fibra em detergente neutro (FDN) não diferiram entre dietas (P>0,05). As digestibilidades totais dos nutrientes não foram influenciadas pelas dietas (P>0,05). A concentração do pH ruminal não foi influenciada pelas dietas, entretanto houve efeito do tempo de coleta. As tortas de amendoim e girassol oriundas da produção do biodiesel podem substituir o farelo de soja na dieta de novilhos. A substituição total do farelo de soja pela torta de dendê diminuiu o consumo de MS.
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    Desempenho de ovinos mantidos com dietas com capim-elefante ensilado com diferentes aditivos
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) José Nobre de Carvalho; Aureliano José Vieira Pires; Fabiano Ferreira da Silva; Cristina Mattos Veloso; Cristiane Leal dos Santos-Cruz; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho
    Avaliaram-se os efeitos da adição de 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca, com base na matéria natural (peso/peso), à forragem verde de capim-elefante no momento da ensilagem sobre o consumo de nutrientes e o desempenho de 20 ovinos Santa Inês em confinamento. Os animais tinham 5 meses de idade, peso inicial de 22,27 ± 3,24 kg e o peso final foi de 28,6 ± 3,78 kg. Utilizou-se um delineamento experimental inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos foram: capim-elefante ensilado sem aditivo ou ensilado com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca. A utilização da casca de café, do farelo de cacau e do farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante aumentou o consumo de matéria seca. Os maiores consumos de proteína bruta foram observados nas silagens contendo farelo de cacau e farelo de mandioca. Os consumos de fibra em detergente neutro foram semelhantes e o consumo de nutrientes digestíveis totais foi maior na silagem contendo farelo de mandioca. A conversão alimentar dos animais não foi afetada pela inclusão dos aditivos na ensilagem. A inclusão de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante aumenta o ganho de peso (140,5 g/dia) em ovinos Santa Inês.
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    Ensilagem de sorgo forrageiro com adição de ureia em dois períodos de armazenamento
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) F. E. P. Fernandes; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Odilon Gomes Pereira; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Cellyneude de Souza Olivindo
    O experimento foi realizado para avaliar os efeitos da adição de ureia e de dois períodos de armazenamento sobre o valor nutritivo e o perfil de fermentação de silagens de sorgo. Adotou-se um delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 × 2, com quatro doses de ureia (0; 2,5; 5,0 e 7,5% com base na MS) e dois períodos de armazenamento (30 e 60 dias), cada um com quatro repetições. Foram usados silos de PVC com 50 cm de altura e 10 cm de diâmetro para a ensilagem de sorgo. As doses de ureia tiveram efeito quadrático sobre o teor de MS e efeito linear positivo sobre PB, PIDN e DIVMS, enquanto os períodos de armazenamento não influenciaram essas variáveis, exceto PIDN, cujo maior valor foi obtido no período de 60 dias de armazenamento. As doses de ureia tiveram efeito linear negativo sobre FDN, FDA, celulose e lignina. Os valores para FDN, FDA, celulose e lignina foram maiores no período de 60 dias de armazenamento que no período de 30 dias. Na análise do perfil de fermentação, houve interação doses de ureia × período de armazenamento apenas para o pH. As doses de ureia tiveram efeito quadrático sobre o nitrogênio amoniacal (N-NH3) e efeito linear positivo sobre o pH. Os maiores valores de N-NH3 foram encontrados no período de 60 dias de armazenamento, assim como o pH na dose zero de ureia. A adição de ureia na ensilagem de sorgo pode aumentar o valor nutritivo da silagem sem afetar o perfil de fermentação na ensilagem.
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    Evaluation of intervals between observations on estimation of eating behavior of cattle
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Edênio Detmann; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro
    The effect of different intervals between observations on the estimation of the eating behavior of dairy heifers and lactating cows was evaluated. Twenty Holstein-zebu crossbred dairy heifers were distributed in a completely randomized design, with four levels and five repetitions, fed isonitrogenous diets containing 71% sugar cane and 29% concentrate. Also, 16 dairy crossbred cows were distributed in a completely randomized design, with four levels and four repetitions. They received isonitrogenous diets, containing 85% sugar cane and 1% concentrate. For both heifers and lactating cows, the sugar cane used was treated with doses of 0, 0.75, 1.5 and 2.25% CaO, and corrected with 1% of urea and ammonium sulfate mixture (9:1), at the moment of offering the diets. The experimental period was 21 days long, with observations done on the 19th and 20th days, during 24 hours, at intervals of 5, 10, 15 and 20 minutes. For both heifers and cows, lower values were verified for number of periods (nº/day) and higher values were obtained for average time spent per period of eating, rumination and idle activities, for 10-, 15- and 20-minute intervals. The mean dry matter and neutral detergent fiber with corrections for ash and protein intake per period of eating was also lower for 10-, 15- and 20-minute intervals. The intervals between observations of 10, 15 and 20 minutes lead to underestimation of the number of periods (nº/day) and to overestimation of the average time spent per period of eating, rumination and idle (min) on dairy heifers and cows, resulting in fallacy estimations. The use of 5-minute intervals for studying cattle eating behavior is recommended.
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    Farelo de cacau (Theobroma cacao L.) e torta de dendê (Elaeis guineensis, Jacq) na alimentação de cabras em lactação: consumo e produção de leite
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2005) Herymá Giovane de Oliveira Silva; Aureliano José Vieira Pires; Fabiano Ferreira da Silva; Cristina Mattos Veloso; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Andréia Santos Cezário; Cibele Costa Santos
    Foram avaliados o consumo e a produção de leite de cabras recebendo dietas contendo farelo de cacau (FC) ou torta de dendê (TD) em substituição ao milho e ao farelo de soja da ração concentrada. Foram utilizadas cinco cabras da raça Saanen, com produção média diária de 2,0 kg de leite e aos 60 dias de lactação, distribuídas em um quadrado latino 5 x 5. Os períodos experimentais tiveram duração de 14 dias, em que os dez primeiros foram destinados à adaptação e os quatro últimos, à coleta de amostras. As rações foram isoprotéicas, com 13,2% de proteína bruta. As dietas constituíram-se de 36% de volumoso (silagem de milho) e 64% de concentrado na matéria seca. Os tratamentos consistiram de concentrado à base de milho e soja com 0, 15 e 30% de FC ou TD. Os consumos de matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta, nutrientes digestíveis totais, carboidratos totais e carboidratos não-fibrosos reduziram com a inclusão de 30% de FC. Os consumos de fibra em detergente neutro e extrato etéreo (EE) não foram alterados pelas dietas. O consumo de fibra em detergente ácido diferiu apenas entre os tratamentos com 30% de TD e 30% de FC, sendo 0,94 e 0,59% do peso vivo animal, respectivamente. O tratamento com 30% de FC proporcionou menor produção de leite (1,208 kg/dia), se assemelhando apenas ao tratamento com inclusão de 30% de TD quando a produção foi corrigida para 3,5% de gordura. O FC e a TD apresentam viabilidade de uso como alternativa na dieta de cabras em lactação em até 9,13 e 18,81% da matéria seca, respectivamente.
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    Fracionamento de carboidratos de silagem de capim-elefante emurchecido ou com farelo de cacau
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2007) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Odilon Gomes Pereira; F. E. P. Fernandes; José Antônio Obeid; Bruna Mara Aparecida de Carvalho
    O experimento foi conduzido para determinar as frações que compõem os carboidratos da silagem de capim-elefante emurchecido ou acrescida de farelo de cacau. O capim-elefante utilizado foi colhido aos 50 dias de rebrota após o corte de uniformização e submetido aos seguintes tratamentos: capim-elefante emurchecido ao sol por oito horas e capim-elefante não-emurchecido acrescido de 0, 7, 14, 21 e 28% de farelo de cacau (% da matéria natural). O material foi acondicionado em silos de PVC com capacidade para 5,3 L, que foram abertos após 45 dias. A silagem de capim emurchecido apresentou teor de carboidratos totais (CT) semelhante ao daquelas com 14 e 21% de farelo de cacau. A análise de regressão detectou redução linear desta fração nas silagens com farelo de cacau. Para todas as frações de carboidratos estimadas, a silagem de capim emurchecido apresentou valores semelhantes ao daquela com capim sem emurchecimento. As frações dos carboidratos totais das silagens foram influenciadas pela adição de farelo de cacau, de modo que os teores de A+B1 e FDNi aumentaram e os de B2 diminuíram com a inclusão de farelo de cacau.
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    Influência do nitrogênio e do fósforo na produção do capim-braquiária
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2007) Albertí Ferreira Magalhães; Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Fabiano Ferreira da Silva; Ronaldo Silva Sousa; Cristina Mattos Veloso
    Este experimento foi conduzido para avaliar a produção de MS, a relação folha:colmo, o teor de PB e a eficiência de resposta ao nitrogênio da folha e do colmo do capim-braquiária adubado com diferentes doses de nitrogênio e de fósforo durante o verão. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com três repetições, em esquema fatorial 4 × 3, composto de quatro doses de nitrogênio (N) (0, 100, 200 e 300 kg/ha/ano), utilizando-se o sulfato de amônio, e três doses de P2O5 (0, 50 e 100 kg/ha/ano), utilizando-se o superfosfato simples. A quantidade de K aplicada foi de 40 kg/ha/ano. Os cortes (a 20 cm do solo) foram realizados em intervalos de 28 dias, totalizando três cortes durante o experimento. Após cada corte, foi realizada adubação, conforme os tratamentos. A adubação nitrogenada afetou a produção de MS, que apresentou valores máximos de 5.345,6 e 4.857,7 kg/ha para folha e colmo, respectivamente. A relação folha:colmo foi maior (1,31) na dose de N de 200 kg/ha, independentemente da dose de fósforo. A adubação nitrogenada teve efeito quadrático sobre o teor de PB das folhas e efeito linear sobre o teor de PB no colmo. A adubação com fósforo, no entanto, não teve efeito sobre essas variáveis. A eficiência de utilização do N teve efeito quadrático quando utilizadas doses crescentes de N. O ponto de máxima foi obtido com 245,3 kg de N, dose que proporcionou 18,84 kg de MS/kg de N.
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