Browsing by Autor "Guilherme de Morais Veras"
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Item type: Item , Cuidados Pré-operatórios e Complicações Pós-operatórias na Colectomia Direita(2024) Guilherme Hastenreiter Aleixo; Marianna Barbosa Neiva Mota; Guilherme de Morais Veras; Renata Maria Aguiar de Oliveira; Paulo Ricardo Gonçalves; João Matheus Girão Uchôa; Laura Alves Rabelo; André Ricardo Oliveira Gomes; Maria Eduarda Oliveira Amorim; Lucas Rodrigues ClímacoIntrodução: A colectomia direita é indicada para tratar condições como câncer de cólon e doença de Crohn, visando remover a parte afetada do intestino e linfonodos. A preparação pré-operatória, considerando fatores como estado nutricional e comorbidades, é crucial para minimizar complicações. Tecnologias de imagem avançadas auxiliam no planejamento cirúrgico. O manejo pós-operatório e o acompanhamento a longo prazo são essenciais para melhorar a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes. Metodologia: O estudo realizou uma revisão de artigos publicados entre 2014 e 2024 sobre colectomia direita, com foco em cuidados pré-operatórios, complicações pós-operatórias e abordagem multidisciplinar. Foram selecionados artigos originais, acessíveis integralmente, e avaliados criticamente quanto à qualidade metodológica e aplicabilidade prática. A análise identificou as melhores práticas para otimizar resultados cirúrgicos e recuperação de pacientes. Resultados e discussões: A colectomia direita é essencial para tratar condições como câncer de cólon, exigindo uma preparação pré-operatória detalhada e manejo cuidadoso das complicações pós-operatórias. O sucesso depende de otimização clínica, incluindo a melhoria do estado nutricional e o gerenciamento de comorbidades, além do uso de tecnologias de imagem avançadas para planejamento cirúrgico. Complicações como infecções e deiscência de anastomose são comuns, destacando a importância de uma abordagem multidisciplinar para garantir recuperação e reduzir mortalidade. Considerações finais: O estudo enfatiza a importância de uma abordagem integrada no manejo de pacientes submetidos à colectomia direita. A preparação pré-operatória detalhada e o uso de tecnologias avançadas de imagem são cruciais para reduzir complicações. A abordagem multidisciplinar no pós-operatório, envolvendo colaboração entre diversos profissionais, é essencial para mitigar complicações e melhorar a recuperação. O acompanhamento rigoroso e estratégias preventivas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e reduzir a mortalidade.Item type: Item , Cuidados Pré-operatórios e Complicações Pós-operatórias na Colectomia Direita(2024) Guilherme Hastenreiter Aleixo; Marianna Barbosa Neiva Mota; Guilherme de Morais Veras; Renata Maria Aguiar de Oliveira; Paulo Ricardo Gonçalves; João Matheus Girão Uchôa; Laura Alves Rabelo; André Ricardo Oliveira Gomes; Maria Eduarda Oliveira Amorim; Lucas Rodrigues ClímacoIntrodução: A colectomia direita é indicada para tratar condições como câncer de cólon e doença de Crohn, visando remover a parte afetada do intestino e linfonodos. A preparação pré-operatória, considerando fatores como estado nutricional e comorbidades, é crucial para minimizar complicações. Tecnologias de imagem avançadas auxiliam no planejamento cirúrgico. O manejo pós-operatório e o acompanhamento a longo prazo são essenciais para melhorar a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes. Metodologia: O estudo realizou uma revisão de artigos publicados entre 2014 e 2024 sobre colectomia direita, com foco em cuidados pré-operatórios, complicações pós-operatórias e abordagem multidisciplinar. Foram selecionados artigos originais, acessíveis integralmente, e avaliados criticamente quanto à qualidade metodológica e aplicabilidade prática. A análise identificou as melhores práticas para otimizar resultados cirúrgicos e recuperação de pacientes. Resultados e discussões: A colectomia direita é essencial para tratar condições como câncer de cólon, exigindo uma preparação pré-operatória detalhada e manejo cuidadoso das complicações pós-operatórias. O sucesso depende de otimização clínica, incluindo a melhoria do estado nutricional e o gerenciamento de comorbidades, além do uso de tecnologias de imagem avançadas para planejamento cirúrgico. Complicações como infecções e deiscência de anastomose são comuns, destacando a importância de uma abordagem multidisciplinar para garantir recuperação e reduzir mortalidade. Considerações finais: O estudo enfatiza a importância de uma abordagem integrada no manejo de pacientes submetidos à colectomia direita. A preparação pré-operatória detalhada e o uso de tecnologias avançadas de imagem são cruciais para reduzir complicações. A abordagem multidisciplinar no pós-operatório, envolvendo colaboração entre diversos profissionais, é essencial para mitigar complicações e melhorar a recuperação. O acompanhamento rigoroso e estratégias preventivas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e reduzir a mortalidade.Item type: Item , O Papel do Psiquiatra na Equipe Multidisciplinar para o Tratamento de Autismo(2024) Guilherme Hastenreiter Aleixo; Marianna Barbosa Neiva Mota; Guilherme de Morais Veras; Renata Maria Aguiar de Oliveira; Jade Pachêco Castelo Branco; Luísa de Alvarenga Dantas Pinheiro; Maria Eduarda Oliveira Amorim; Ananda Cristina Silva Alcoforado; Tamiris Romão Pereira Da Costa; Camila Karine Santos RochaIntrodução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodesenvolvimental caracterizada por déficits na comunicação social e comportamentos repetitivos, com crescente prevalência global. O tratamento eficaz requer uma abordagem multidisciplinar, onde o psiquiatra desempenha um papel central na prescrição, gerenciamento psicofarmacológico, e na comunicação entre equipes de saúde, especialmente em casos com comorbidades complexas. Metodologia: O estudo revisou artigos de 2014 a 2024 de bases científicas, como PubMed e SCIELO, utilizando palavras-chave dos DeCS. A seleção focou no papel do psiquiatra no manejo de comorbidades psiquiátricas no TEA, tratamento psicofarmacológico e colaboração interprofissional. A análise crítica avaliou a qualidade metodológica e a aplicabilidade prática dos achados. Resultados e discussões: O psiquiatra desempenha um papel essencial no tratamento do TEA, diagnosticando e gerenciando comorbidades psiquiátricas, como ansiedade e depressão, e prescrevendo tratamentos psicofarmacológicos para controlar sintomas desafiadores. Além disso, o psiquiatra age como um elo entre os profissionais de saúde, garantindo um plano de tratamento coeso. A psiquiatria de ligação é crucial, promovendo cuidados médicos adaptados, centrados no paciente e na família, assegurando o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes. Considerações finais: Este estudo destaca a importância do psiquiatra no tratamento do TEA, enfatizando sua função central na gestão de tratamentos psicofarmacológicos e na comunicação entre profissionais de saúde. A abordagem multidisciplinar é crucial para garantir um cuidado coeso, personalizado e centrado no bem-estar do paciente e de sua família, promovendo qualidade de vida e desenvolvimento máximo das capacidades dos indivíduos com TEA.Item type: Item , O Papel do Psiquiatra na Equipe Multidisciplinar para o Tratamento de Autismo(2024) Guilherme Hastenreiter Aleixo; Marianna Barbosa Neiva Mota; Guilherme de Morais Veras; Renata Maria Aguiar de Oliveira; Jade Pachêco Castelo Branco; Luísa de Alvarenga Dantas Pinheiro; Maria Eduarda Oliveira Amorim; Ananda Cristina Silva alcoforado; Tamiris Romão Pereira Da Costa; Camila Karine Santos RochaIntrodução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodesenvolvimental caracterizada por déficits na comunicação social e comportamentos repetitivos, com crescente prevalência global. O tratamento eficaz requer uma abordagem multidisciplinar, onde o psiquiatra desempenha um papel central na prescrição, gerenciamento psicofarmacológico, e na comunicação entre equipes de saúde, especialmente em casos com comorbidades complexas. Metodologia: O estudo revisou artigos de 2014 a 2024 de bases científicas, como PubMed e SCIELO, utilizando palavras-chave dos DeCS. A seleção focou no papel do psiquiatra no manejo de comorbidades psiquiátricas no TEA, tratamento psicofarmacológico e colaboração interprofissional. A análise crítica avaliou a qualidade metodológica e a aplicabilidade prática dos achados. Resultados e discussões: O psiquiatra desempenha um papel essencial no tratamento do TEA, diagnosticando e gerenciando comorbidades psiquiátricas, como ansiedade e depressão, e prescrevendo tratamentos psicofarmacológicos para controlar sintomas desafiadores. Além disso, o psiquiatra age como um elo entre os profissionais de saúde, garantindo um plano de tratamento coeso. A psiquiatria de ligação é crucial, promovendo cuidados médicos adaptados, centrados no paciente e na família, assegurando o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes. Considerações finais: Este estudo destaca a importância do psiquiatra no tratamento do TEA, enfatizando sua função central na gestão de tratamentos psicofarmacológicos e na comunicação entre profissionais de saúde. A abordagem multidisciplinar é crucial para garantir um cuidado coeso, personalizado e centrado no bem-estar do paciente e de sua família, promovendo qualidade de vida e desenvolvimento máximo das capacidades dos indivíduos com TEA.