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Browsing by Autor "Igor Gabriel Mendes Costa"

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    Análise dos Indicadores de Neoplasia Maligna de Estômago no Brasil, no Período entre 2013 e 2023
    (2024) Igor Gabriel Mendes Costa; João Gabriel Siqueira Mendes; Elkjaer Liniker Lourenço; Gusthavo Dias Simplicio; Vitor Miranda Albo Cardozo; Emílio Pires Diniz Neto; Rafaella da Matta Castilho; Samara Novaes Santos; Rafael Bastos Alvim; Natasha Gimenes Bouças Ribeiro Cavalcante
    INTRODUÇÃO: A neoplasia maligna de estômago, ou câncer gástrico, refere-se ao crescimento desordenado de células malignas no revestimento do estômago, resultando em um tumor que pode invadir tecidos adjacentes e se disseminar para outras partes do corpo. Considerada uma das principais causas de mortalidade por câncer mundialmente, essa condição é especialmente prevalente em países em desenvolvimento. Este artigo analisará as internações, óbitos e taxa de mortalidade associados a essa condição, destacando a importância do diagnóstico precoce e das intervenções terapêuticas avançadas. OBJETIVO: Este estudo visa quantificar e analisar as taxas de internações, óbitos e taxa de mortalidade por neoplasia maligna de estômago no Brasil. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo retrospectivo com abordagem quantitativa, realizado a partir de coleta de dados pelo Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), disponibilizados pela base de dados secundária do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (TABNET/DATASUS). Os dados estudados referiam-se às internações, aos óbitos e à taxa de mortalidade por neoplasia maligna de estômago no Brasil no período entre janeiro de 2013 e dezembro de 2023. A análise foi realizada por estatística descritiva, tabulação em planilha eletrônica do programa Microsoft Excel 2016 disposta em tabelas pelo Microsoft Word 10. RESULTADOS: No período de janeiro de 2013 a dezembro de 2023, foram registradas 316.228 internações por neoplasia maligna de estômago no Brasil. A Região Sudeste apresentou a maior porcentagem de internações (43,25%), seguida pela Região Sul (24,02%). No mesmo período, ocorreram 48.785 óbitos, com a maior concentração também na Região Sudeste (48,28%). A taxa de mortalidade variou entre 12,16 na Região Sul e 22,39 na Região Norte. CONCLUSÃO: Portanto, a análise evidencia disparidades regionais significativas no manejo da neoplasia maligna de estômago no Brasil, destacando a necessidade urgente de políticas públicas para melhorar o acesso ao diagnóstico precoce e tratamento, especialmente nas regiões com altas taxas de mortalidade, como o Norte. Estratégias regionais específicas são cruciais para reduzir as desigualdades no cuidado e tratamento dessa condição, promovendo uma distribuição mais equitativa dos recursos de saúde e melhorando os resultados para os pacientes em todo o país.
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    Análise epidemiológica das Internações por Neoplasia Maligna do Esôfago no Brasil, entre 2019 e 2023
    (2024) Igor Gabriel Mendes Costa; William Roberto de Oliveira Rezende Júnior; Luísa Mairink Fernandes; Amanda Cristina Araujo Lima; Ana Clara Freitas E Souza; Guilherme Sousa Martins; Vitor Miranda Albo Cardozo; Letícia Carvalho Tacão; Juliana Yasmim Mendonça Leão De Oliveira; Lorena Leal Fagundes
    INTRODUÇÃO: A neoplasia maligna do esôfago, um dos tipos de câncer mais agressivos e de difícil tratamento, é responsável por elevadas taxas de mortalidade globalmente, sendo a oitava causa mais comum de câncer e a sexta maior causa de mortes por câncer. Este estudo analisa as internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil, explorando variações regionais e temporais para fornecer subsídios à formulação de políticas de saúde pública mais eficazes. OBJETIVO: Este estudo visa quantificar e analisar as taxas de internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil. METODOLOGIA: O estudo retrospectivo com abordagem quantitativa utilizou dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), fornecidos pelo Departamento de Informática do SUS (TABNET/DATASUS). A análise abrangeu internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil de janeiro de 2019 a dezembro de 2023, empregando estatística descritiva e tabulação em planilhas do Microsoft Excel 2016 e Microsoft Word 10. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados deste estudo revelam um total de 88.176 internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil entre 2019 e 2023, com a maior concentração na Região Sudeste (39.654 casos), seguida pelas regiões Sul (24.677) e Nordeste (15.718). Observa-se uma leve queda nas internações durante 2020 e 2021, possivelmente relacionada ao impacto da pandemia de COVID-19. A variação regional reflete diferenças na infraestrutura de saúde e acesso ao diagnóstico, sugerindo a necessidade de políticas públicas direcionadas para reduzir essas disparidades. CONCLUSÃO: Portanto, a análise das internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil entre 2019 e 2023 revela disparidades regionais notáveis e o impacto significativo da pandemia de COVID-19 na redução das internações e agravamento das condições dos pacientes. É crucial implementar políticas públicas que abordem essas desigualdades e garantam acesso equitativo ao diagnóstico precoce e tratamento, melhorando assim os resultados de saúde para pacientes com essa condição grave.

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