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    Capim-elefante ensilado com casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; José Nobre de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas
    Este experimento foi conduzido para avaliar a composição química, a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e as características fermentativas de silagens de capim-elefante com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca. A adição dos co-produtos no momento da ensilagem foi realizada na base da matéria natural (peso/peso), com dez repetições por tipo de silagem. As silagens com casca de café e farelo de mandioca apresentaram maiores teores de matéria seca. A silagem com farelo de mandioca apresentou os menores teores de nitrogênio total, extrato etéreo e componentes fibrosos. O maior valor de DIVMS foi observado na silagem com farelo de mandioca (74,1%) e o menor, na silagem com casca de café (54,3%). As silagens controle e com farelo de cacau apresentaram valores de digestibilidade semelhantes, 61,4 e 61,2%, respectivamente. Na avaliação das características fermentativas das silagens, não houve diferença entre os teores de ácidos orgânicos, porém o pH da silagem com casca de café (4,6) foi superior ao das demais silagens (4,1). A utilização de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante reduz os componentes da parede celular e aumenta a DIVMS das silagens. Tanto a casca de café como o farelo de cacau adicionados no momento da ensilagem reduzem o valor nutritivo da silagem.
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    Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com silagens de capim-elefante contendo casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; José Nobre de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas
    Um experimento foi conduzido para avaliar o comportamento ingestivo de ovinos alimentados com dietas contendo silagem de capim-elefante com diversos aditivos. Foram utilizados 20 ovinos machos, não-castrados, em um delineamento inteiramente casualizado, com 4 tratamentos e 5 repetições. Os animais receberam dietas com média de 11% de proteína, compostas de 60% de volumoso e 40% de concentrado, com base na matéria seca (MS). Como volumoso, utilizou-se silagem de capim-elefante sem aditivo ou com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca, misturados ao capim-elefante no momento da ensilagem, com base na matéria natural (peso/peso). As variáveis comportamentais foram obtidas a cada dez minutos, durante 24 horas de observação. Os tempos despendidos em alimentação e ruminação foram semelhantes entre as silagens utilizadas nas dietas. Contudo, os animais que consumiram silagem de capim-elefante com farelo de mandioca apresentaram maior tempo de ócio. O consumo de matéria seca e as eficiências de alimentação (g de MS e de FDN/hora) e ruminação (g MS/hora) foram maiores nos animais alimentados com a silagem contendo 15% farelo de mandioca, o que indica que esse subproduto é um bom aditivo para utilização na ensilagem de capim-elefante. A inclusão de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante melhora alguns parâmetros do comportamento ingestivo.
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    Comportamento ingestivo de ovinos Santa Inês alimentados com dietas contendo farelo de cacau
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2008) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas
    O experimento foi conduzido para avaliar o comportamento ingestivo de ovinos alimentados com dietas contendo farelo de cacau. Foram utilizados 16 ovinos Santa Inês fêmeas, não-gestantes e não-lactantes, com peso corporal médio de 25 kg e aproximadamente 12 meses de idade, mantidos em baias individuais. O farelo de cacau foi fornecido no concentrado nos níveis de 0, 10, 20 e 30% e, como volumoso, utilizou-se feno de mandioca. As dietas foram fornecidas em mistura completa, na proporção 50:50 volumoso:concentrado. Os tempos de alimentação, ruminação e ócio obtidos em 24 horas de observação foram semelhantes. Contudo, os animais que consumiram dietas com maiores níveis de farelo de cacau, acima de 14,8% de substituição no concentrado, reduziram o número de bolos ruminados por dia, que foi compensado pelo aumento do tempo de mastigações por bolo. Os consumos de matéria seca (MS) e fibra em detergente neutro (FDN) e a eficiência de alimentação (g MS e FDN/hora) não foram influenciados pelos níveis de farelo de cacau na dieta, entretanto, esse alimento provocou alterações na eficiência de ruminação (g MS e FDN/bolo). O número de mastigações merícicas por bolo ruminado aumentou linearmente, enquanto o número de mastigações por dia apresentou comportamento quadrático, com valor máximo de 42.818,4 mastigações diárias para o nível de 16,9% de farelo de cacau. Embora não se tenha verificado diferença nos consumos de MS e FDN (kg/dia), a inclusão de farelo de cacau em dietas para ovinos Santa Inês afetou alguns parâmetros do comportamento ingestivo.
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    Comportamento ingestivo em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Edênio Detmann; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas; Robério Rodrigues Silva; Bianca Damasceno Pinho
    Objetivou-se avaliar o efeito do tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio (CaO) sobre o comportamento ingestivo em caprinos. Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. Os animais foram mantidos em baias individuais de 1,2 m², com piso ripado de madeira, providas de comedouros e bebedouros individuais. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas e conter 14% de proteína bruta (PB) e apresentaram 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) corrigida com 1% de ureia e 30% de concentrado fornecidas a vontade. A cana-de-açúcar com a adição das doses de óxido de cálcio, foi triturada em desintegradora estacionária, pesada e acondicionada em baldes plásticos de 50 L, tratada com o óxido de cálcio e fornecida aos animais após 24 horas de armazenamento. Os tempos despendidos em alimentação, ruminação (min/dia, min/kg MS e min/kg FDN) e ócio (min/dia) não foram afetados pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar. A adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar não influenciou a eficiência em alimentação e ruminação, mas provocou redução do tempo médio despendido por período de alimentação. O comportamento ingestivo de caprinos em crescimento não é afetado pela utilização de dietas contendo cana-de-açúcar tratada com até 2,25% de óxido de cálcio.
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    Composição química e perdas fermentativas de silagem de cana-de-açúcar tratada com ureia ou hidróxido de sódio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Alana Batista dos Santos; Antônio Roberto Ferreira; Paulo Bonomo; Fabiano Ferreira da Silva
    O experimento foi conduzido para avaliar a composição química e as perdas fermentativas de silagens de cana-de-açúcar tratadas com ureia ou hidróxido de sódio (NaOH). Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições, em esquema fatorial 2 x 4, com duas variedades de cana-de-açúcar (CB 45-3 e RB 72-454) e quatro aditivos (controle, NaOH, ureia ou NaOH + ureia), compondo as seguintes silagens: cana-de-açúcar sem aditivo; cana-de-açúcar tratada com 4% de ureia; cana-de-açúcar tratada 4% de NaOH; cana-de-açúcar tratada com 2% de ureia + 2% de NaOH. Os procedimentos foram realizados em ambas as variedades e as doses aplicadas com base na matéria seca. A cana-de-açúcar foi picada e misturada, acescida dos aditivos e armazenada em silos de PVC com 50 cm de altura por 10 cm de diâmetro, providos de válvula de Bunsen. Adotou-se uma compactação de 750 kg de matéria natural/m³. Os silos foram pesados no início e ao final do período experimental para quantificar as perdas por gases e efluente. Não foi observado efeito de interação entre variedades de cana-de-açúcar e doses para perdas por efluente, pH, celulose, lignina e cinza. O hidróxido de sódio contribui para redução de perdas,manutenção do grau brixa e elevação do pH da silagem da cana-de-açúcar, independentemente da utilização da ureia, além de promover redução dos constituintes da parede celular, ocasionando melhoria na qualidade da silagem de cana-de-açúcar.
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    Consumo e digestibilidade aparente em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Santana Júnior; Alyson Andrade Pinheiro; Mendes; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro
    Desenvolveu-se este estudo para avaliar o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio. Avaliou-se também a eficiência de predição do consumo de matéria seca e do valor energético dos alimentos. Utilizaram-se 20 novilhas mestiças Holandês-Zebu com peso corporal médio inicial de 200 kg, distribuídas em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro dietas e cinco repetições. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas e fornecer 14% de proteína bruta e foram compostas de 71% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) e corrigida com 1% da mistura ureia e sulfato de amônio (9:1) e 29% de concentrado. Os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente neutro corrigida para cinzas e proteína (FDNcp), fibra em detergente neutro indigestível (FDNi), carboidratos totais (CT), carboidratos não-fibrosos corrigidos para cinza e proteína (CNFcp) e nutrientes digestíveis totais (NDT), em kg/dia, não foram afetados pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar. Os consumos de MO, FDN, FDNcp e NDT (% PV) reduziram linearmente com as doses de óxido de cálcio. As digestibilidades de MO, FDN, FDNcp, carboidratos totais e CNFcp e o teor de NDT das dietas não foram afetados. Entretanto, o tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio provocou redução na digestibilidade da MS e PB. As equações propostas pelo National Research Council subestimaram os consumos de MS e NDT e de PB e CNF digestíveis e superestimaram os de FDN digestível. O tratamento da cana-açúcar com óxido de cálcio não melhora o consumo nem a digestibilidade dos nutrientes em novilhas. As equações propostas pelo National Research Council não são eficientes para estimar o consumo de MS e o valor energético de alimentos nas condições experimentais.
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    Consumo, digestibilidade aparente e dias de coleta total na estimativa da digestibilidade em caprinos alimentados com dietas contendo cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas; Bianca Damasceno Pinho; Ellen Mary Barros Domiciano
    O trabalho foi realizado para avaliar o consumo, a digestibilidade aparente dos nutrientes e o efeito do tempo (dias) de coleta total (dois e quatro dias) na estimativa da digestibilidade aparente em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio (CaO). Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas, com 14% de proteína bruta (PB), e foram compostas de 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) corrigida com 1% de ureia e 30% de concentrado. As variáveis relacionadas ao consumo no grupo de animais que recebeu cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio foram maiores que naquele alimentado com cana in natura. O consumo de nutrientes em geral aumentou com as doses de óxido de cálcio adicionadas à cana-de-açúcar. Os coeficientes de digestibilidade de matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e carboidratos não-fibrosos corrigidos para cinzas e proteína (CNFcp) foram menores nos grupos alimentados com cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio em comparação à cana in natura. Verificou-se redução linear do coeficiente de digestibilidade da FDN e efeito quadrático do tratamento da cana com óxido de cálcio sobre a digestibilidade do extrato etéreo (EE) e CNFcp. O uso de óxido de cálcio no tratamento da cana-açúcar aumenta o consumo, mas não melhora a digestibilidade dos nutrientes. Dois dias de coleta total de fezes são suficientes para estimar a digestibilidade aparente total em caprinos.
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    Evaluation of intervals between observations on estimation of eating behavior of cattle
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Edênio Detmann; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro
    The effect of different intervals between observations on the estimation of the eating behavior of dairy heifers and lactating cows was evaluated. Twenty Holstein-zebu crossbred dairy heifers were distributed in a completely randomized design, with four levels and five repetitions, fed isonitrogenous diets containing 71% sugar cane and 29% concentrate. Also, 16 dairy crossbred cows were distributed in a completely randomized design, with four levels and four repetitions. They received isonitrogenous diets, containing 85% sugar cane and 1% concentrate. For both heifers and lactating cows, the sugar cane used was treated with doses of 0, 0.75, 1.5 and 2.25% CaO, and corrected with 1% of urea and ammonium sulfate mixture (9:1), at the moment of offering the diets. The experimental period was 21 days long, with observations done on the 19th and 20th days, during 24 hours, at intervals of 5, 10, 15 and 20 minutes. For both heifers and cows, lower values were verified for number of periods (nº/day) and higher values were obtained for average time spent per period of eating, rumination and idle activities, for 10-, 15- and 20-minute intervals. The mean dry matter and neutral detergent fiber with corrections for ash and protein intake per period of eating was also lower for 10-, 15- and 20-minute intervals. The intervals between observations of 10, 15 and 20 minutes lead to underestimation of the number of periods (nº/day) and to overestimation of the average time spent per period of eating, rumination and idle (min) on dairy heifers and cows, resulting in fallacy estimations. The use of 5-minute intervals for studying cattle eating behavior is recommended.
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    Produtividade, composição química e características agronômicas de diferentes forrageiras
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Leandro Licursi de Oliveira; Aureliano José Vieira Pires; Anselmo Eloy Silveira Viana; Sylvana Naomi Matsumoto; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro
    Um experimento foi realizado com o objetivo de avaliar a produção e extração de nutrientes de diferentes forrageiras. Foram implantadas quatro culturas anuais: milho, sorgo-sudão, sorgo forrageiro e girassol em um delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro tratamentos (culturas) e cinco repetições. O girassol e o sorgo-sudão apresentaram as maiores produções de matéria verde, enquanto o milho e o sorgo forrageiro destacaram-se pela produção de matéria seca. Os maiores valores da fração fibrosa foram observados para o sorgo-sudão. A cultura de girassol extraiu a maior quantidade de cálcio, potássio e magnésio, enquanto o sorgo-sudão apresentou a maior extração de fósforo. A extração de nitrogênio e sódio não diferiu entre as culturas. O milho apresenta-se como melhor forragem para silagem por possuir maior proporção de espiga em relação ao restante da planta.
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    Subprodutos industriais na ensilagem de capim-elefante para cabras leiteiras: consumo, digestibilidade de nutrientes e produção de leite
    (Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Jobel Beserra de Oliveira; Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Jurandir Ferreira da Cruz; Fabiano Ferreira da Silva
    O experimento foi conduzido para avaliar o consumo, a digestibilidade aparente e a produção do leite em cabras alimentadas com silagens de capim-elefante contendo subprodutos industriais. Utilizaram-se oito cabras da raça Saanen, distribuídas em dois quadrados latinos 4 × 4, com 4 períodos de 14 dias (10 dias de adaptação e 4 dias para coleta de dados). Os tratamentos foram: silagem de capim-elefante + concentrado; silagem de capim-elefante com 15% de farelo de mandioca + concentrado; silagem de capim-elefante com 15% de casca de café + concentrado; silagem de capim-elefante com 15% farelo de cacau + concentrado. Os maiores consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), carboidratos totais (CT), carboidratos não-fibrosos (CNF) e nutrientes digestíveis totais foram observados entre os animais alimentados com a silagem contendo farelo de mandioca. As silagens com farelo de mandioca ou casca de café promoveram maior consumo de extrato etéreo. Os maiores valores de digestibilidade da MS, MO, EE e CT foram obtidos na dieta contendo silagem de capim-elefante com farelo de mandioca. O valor de digestibilidade dos CNF foi semelhante entre as dietas contendo silagem de capim-elefante com farelo de mandioca, casca de café e farelo de cacau. A digestibilidade de fibra em detergente neutro e de fibra em detergente ácido foi maior para a silagem sem aditivo, com farelo de mandioca ou farelo de cacau. Entre os subprodutos avaliados, o farelo de mandioca é o que promove maiores consumos, digestibilidades dos nutrientes e produção de leite em cabras alimentadas com silagem de capim-elefante.
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    Valor nutritivo da cana-de-açúcar hidrolisada com hidróxido de sódio ou óxido de cálcio
    (Federal University of Minas Gerais, 2009) Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Aureliano José Vieira Pires; Bianca Damasceno Pinho; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Marina Andrade Freire
    Avaliaram-se o valor nutritivo e a temperatura de estabilidade aeróbia da cana-de-açúcar hidrolisada com hidróxido de sódio (NaOH) ou óxido de cálcio (CaO). Utilizou-se um esquema fatorial 2 × 4, com dois aditivos (NaOH e CaO) e quatro doses (0; 0,75; 1,5 e 2,25%, com base na matéria natural), em delineamento inteiramente ao acaso com quatro repetições. O material foi acrescido dos aditivos e armazenado por 24 horas em baldes plásticos com capacidade de 10L. Ambos os aditivos controlaram o aumento da temperatura da cana-de-açúcar, e o NaOH mostrou-se mais eficiente. Os teores de matéria seca e matéria mineral aumentaram linearmente, enquanto os constituintes da parede celular diminuíram com o aumento das doses dos aditivos. Tanto o NaOH quanto o CaO promoveram acréscimo nos valores de digestibilidade da matéria seca da cana-de-açúcar. O NaOH e o CaO melhoram o valor nutritivo da cana-de-açúcar, e o NaOH é mais eficiente.

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