Browsing by Autor "Maria Clara Goulart da Silva"
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Item type: Item , MANEJO DOS TUMORES HIPOFISÁRIOS CLINICAMENTE NÃO FUNCIONANTES AGRESSIVOS(European Organization for Nuclear Research, 2023) Rafael Honorio e Silva; Maria Clara Goulart da Silva; Eduarda Dias da Silva; João Victor de Oliveira Alvarenga; Ana Gabriella Bodanese Terra; Gustavo Marinho de Araújo Rosa; Thalia Araújo dos Santos; Jéssica Lima Pires; Pedro Lucas de Oliveira Franco; Leonardo Santos AssisA glândula hipófise desempenha um papel vital no controle de diversas funções do organismo, regulando a secreção de hormônios importantes. Os tumores hipofisários, apesar de sua relativamente baixa incidência na população em geral, representam um desafio significativo no campo da neuroendocrinologia e da neurocirurgia. Entre esses tumores, uma categoria que tem despertado crescente atenção e preocupação é a dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos (THNFA). <strong>Objetivo: </strong>Analisar as Abordagens Terapêuticas e Tratamento dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos. <strong>Metodologia: </strong>Trata-se de um estudo de revisão integrativa realizado com base no levantamento bibliográfico nas bases científicas: LILACS e SciELO. <strong>Resultados e Discussões: </strong>Os resultados mostram que a radioterapia, em particular a radiocirurgia estereotáxica, é eficaz na estabilização do tamanho tumoral e na preservação da função visual em pacientes com compressão do quiasma óptico. Além disso, a radioterapia pode ser usada como terapia adjuvante após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência. A terapia farmacológica desempenha um papel complementar no tratamento de THNFAs agressivas. Embora esses tumores não secretem hormônios em excesso, alguns deles expressam receptores de hormônios hipofisários, como o receptor de somatostatina e o receptor de dopamina. <strong>Conclusão: </strong>Os resultados desta análise destacam a importância da colaboração entre equipes multidisciplinares, que incluem neurocirurgiões, endocrinologistas, radioterapeutas e oncologistas, para garantir o melhor atendimento possível a esses pacientes desafiadores. À medida que avançamos, a pesquisa translacional e clínica continuará a desempenhar um papel crucial na identificação de novas estratégias terapêuticas e na melhoria dos resultados clínicos para aqueles que enfrentam os THNFAs agressivos.