Browsing by Autor "Maria Leliz Alisandrie Fernandez Benitez"
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Item type: Item , TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DE ARRITMIA FETAL EM GESTANTE A TERMO NO SERVIÇO DE OBSTETRÍCIA DE ALTO RISCO: RELATO DE CASO(Arche Scientific and Editorial Consultancy, 2025) Araceli Beatriz Funes Pérez; Maria Leliz Alisandrie Fernandez Benitez; Lígia Maria Oliveira de SouzaO ritmo cardíaco fetal normal varia entre 120 e 160 batimentos por minuto. Quando os valores se apresentam fora dessa faixa, de forma intermitente ou persistente e na ausência de contrações uterinas, caracteriza-se uma arritmia fetal. Essas arritmias podem ser divididas em dois grupos conforme sua relevância clínica: as benignas, que correspondem a cerca de 90% dos casos e incluem a maioria das extrassístoles, bradicardias e taquicardias sinusais; e as potencialmente graves, responsáveis por aproximadamente 10% dos casos, que englobam taquiarritmias e bradiarritmias persistentes, com risco de evoluir para hidropisia fetal não imune. Entre essas alterações, a taquicardia supraventricular destaca-se por ocorrer em cerca de 1 a cada 10.000 gestações e representar de 67 a 84% das taquiarritmias diagnosticadas. Apresentamos, neste relato, um caso de taquicardia fetal persistente, identificada e tratada ainda durante a vida intrauterina, com reversão farmacológica bem-sucedida, cujo objetivo principal foi permitir que a gestação chegasse a termo.Item type: Item , TUMOR DO SEIO ENDODÉRMICO NA INFÂNCIA NO HOSPITAL CENTRAL DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL: RELATO DE CASO(Arche Scientific and Editorial Consultancy, 2025) Maria Leliz Alisandrie Fernandez Benitez; Araceli Beatriz Funes Pérez; Lígia Maria Oliveira de SouzaO tumor do seio endodérmico (TSE), também chamado de tumor do saco vitelino, é uma neoplasia maligna rara de células germinativas, com predileção por crianças pequenas. Sua localização vaginal é extremamente incomum. Relatamos o caso de uma menina de 2 anos e 8 meses com sangramento vaginal e massa friável no intróito. A biópsia confirmou TSE extragonadal com padrão histológico típico e positividade para marcadores tumorais, incluindo alfa-fetoproteína (AFP), Glypican-3 e PLAP. A ressonância magnética revelou massa restrita à vagina, sem invasão local. Após ressecção cirúrgica inicial, os marcadores permaneceram elevados, sendo indicada quimioterapia adjuvante com cisplatina, etopósido e bleomicina. Houve normalização da AFP e ausência de sinais de recidiva nos exames de controle. Este caso ressalta a importância da suspeita clínica diante de sangramento vaginal atípico na infância, além do papel essencial da imunohistoquímica no diagnóstico. O manejo conservador com cirurgia e quimioterapia possibilitou resposta satisfatória, evitando procedimentos mais agressivos. A evolução favorável reforça a necessidade de reconhecimento precoce e abordagem individualizada para preservar a qualidade de vida e o futuro reprodutivo da paciente.