Browsing by Autor "Pedro Augusto Barbosa Silva"
Now showing 1 - 2 of 2
- Results Per Page
- Sort Options
Item type: Item , ASSOCIAÇÃO DA DENGUE COM A LESÃO RENAL AGUDA(2025) J. P. Dos Santos; Lucas Rodrigues Nacagami; Pedro Augusto Barbosa Silva; Izabella Souza Garbelini; Frédéric De Lemos Esteves; Eduardo Esteves; Heloisa Campos Gallo; Gustavo Gomes de Oliveira; Larissa Bomfim Santos; Ivete Mariana Pereira de SouzaIntrodução: O vírus da dengue é transmitido pelo vetor fêmeas do mosquito, sendo o principal o Aedes aegypti. A doença pode se manifestar desde formas subclínicas semelhantes à gripe até formas mais graves. Há possibilidade de complicações mais graves e complicadas. A Lesão Renal Aguda (LRA) é considerada uma complicação grave que tem se associado ao vírus da dengue. Objetivo: Analisar a associação da dengue com a lesão renal aguda. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa dos últimos 5 anos, do período de 2020 a 2025, utilizando como fonte de pesquisa a Biblioteca Virtual em Saúde, com as bases de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Medline. Os descritores utilizados foram: "lesão" "renal" "dengue". Foram encontrados 41 artigos, sendo eles submetidos aos critérios de seleção. Os critérios de inclusão foram artigos disponibilizados na íntegra e que se relacionavam à proposta estudada. Resultados e Discussão: Há uma associação do vírus da dengue com a LRA. Observou-se uma ação relacionada a glomerulonefrite, necrose tubular aguda ou uma ação direta do próprio vírus na lesão renal. A rabdomiólise que pode acontecer no vírus da dengue foi associada a um potencial causador também de lesão renal. Aumento das interleucinas, ativação do complemento e dano endotelial estão associados aumento da permeabilidade vascular, auxiliando no choque e logo, diminuição da perfusão renal e, consequentemente, lesão renal. A identificação dessa associação é importante para redução da morbimortalidade dos pacientes. Conclusão: Nessa perspectiva, é importante a identificação e respectivo tratamento desses pacientes para melhora do prognóstico.Item type: Item , Control del tamaño promedio de las nanopartículas de ferritas de cobalto CoFe2O4(European Organization for Nuclear Research, 2012) Sarah Briceño; Werner Brämer-Escamilla; Pedro Augusto Barbosa Silva; Edgard Cañizales; Gerzón E. Delgado<br> Las nanopartículas magnéticas de CoFe2O4 se prepararon usando el método de co-precipitación con <br> polietilenglicol (PEG) como surfactante. Las muestras se caracterizaron utilizando las técnicas de: Difracción<br> de rayos X (DRX), Microscopía Electrónica de Barrido (SEM), Microscopía Electrónica de Transmisión de<br> alta resolución (HR-TEM), Termogravimetría (TGA), Análisis Térmico Diferencial (DTA) y Magnetometría<br> de Muestra Vibrante (VSM). Controlando los diferentes parámetros de reacción: pH, temperatura y tiempo de<br> reacción, se obtuvieron nanopartículas con tamaños promedios entre 8,5 y 11,4 nm y con el uso de<br> tratamiento térmico se obtuvieron tamaños promedios entre 8,5 y 33,7 nm. Las propiedades magnéticas de las<br> nanopartículas varían en función del tamaño promedio de partícula. La magnetización a campo máximo así<br> como el tamaño se incrementan con el tratamiento térmico hasta alcanzar un máximo de 44,62 emu/g, que<br> corresponde a un tamaño de 33.7 nm a 800°C.<br>