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Browsing by Autor "Pedro Lucas de Oliveira Franco"

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    DIAGNÓSTICO SINDRÔMICO E ETIOLÓGICO DA SÍNDROME DE CUSHING
    (European Organization for Nuclear Research, 2023) Flavia de Albuquerque Leão Costa; Jorge Andres Cardoso; Thalia Araújo dos Santos; Pedro Lucas de Oliveira Franco; Leonardo Santos Assis; Sâmilly Campos Gomes; Alan Sonda; Luan Ferreira Saldivar de Castro; Julia Dorilêo Castanha; Isabela de Campos Maymone
    <strong>Introdução: </strong>O diagnóstico da Síndrome de Cushing tem sido aprimorado significativamente, graças ao avanço da tecnologia médica e à compreensão crescente das suas causas e mecanismos subjacentes. No entanto, o processo diagnóstico continua sendo um desafio, uma vez que os sintomas podem variar consideravelmente e se assemelhar a outras condições médicas. <strong>Objetivo: </strong>Apresentar os desafios e avanços recentes no diagnóstico e tratamento da Síndrome de Cushing. <strong>Metodologia: </strong>Realizou-se uma revisão integrativa da literatura em Setembro de 2023, por meio de um levantamento de dados nas bases científicas: LILACS, SCIELO e MEDLINE. <strong>Resultados e Discussões: </strong>Avanços recentes estão melhorando o processo de diagnóstico. A tecnologia de imagem avançada, como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada, permite uma avaliação mais precisa das glândulas suprarrenais e da hipófise, facilitando a identificação de tumores e anomalias que podem causar a Síndrome de Cushing. Além disso, métodos aprimorados de dosagem de ACTH, o hormônio adrenocorticotrófico, têm se mostrado úteis na determinação da causa etiológica da síndrome, ajudando a distinguir entre causas pituitárias e suprarrenais<strong>. Conclusão: </strong>No que diz respeito ao tratamento, a identificação da causa subjacente da síndrome permanece como um desafio, mas a cirurgia minimamente invasiva e o desenvolvimento de medicamentos específicos representam avanços notáveis na gestão da Síndrome de Cushing. Essas inovações oferecem alternativas valiosas ao tratamento convencional, melhorando a qualidade de vida dos pacientes e reduzindo os riscos associados à cirurgia.
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    MANEJO DOS TUMORES HIPOFISÁRIOS CLINICAMENTE NÃO FUNCIONANTES AGRESSIVOS
    (European Organization for Nuclear Research, 2023) Rafael Honorio e Silva; Maria Clara Goulart da Silva; Eduarda Dias da Silva; João Victor de Oliveira Alvarenga; Ana Gabriella Bodanese Terra; Gustavo Marinho de Araújo Rosa; Thalia Araújo dos Santos; Jéssica Lima Pires; Pedro Lucas de Oliveira Franco; Leonardo Santos Assis
    A glândula hipófise desempenha um papel vital no controle de diversas funções do organismo, regulando a secreção de hormônios importantes. Os tumores hipofisários, apesar de sua relativamente baixa incidência na população em geral, representam um desafio significativo no campo da neuroendocrinologia e da neurocirurgia. Entre esses tumores, uma categoria que tem despertado crescente atenção e preocupação é a dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos (THNFA). <strong>Objetivo: </strong>Analisar as Abordagens Terapêuticas e Tratamento dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos. <strong>Metodologia: </strong>Trata-se de um estudo de revisão integrativa realizado com base no levantamento bibliográfico nas bases científicas: LILACS e SciELO. <strong>Resultados e Discussões: </strong>Os resultados mostram que a radioterapia, em particular a radiocirurgia estereotáxica, é eficaz na estabilização do tamanho tumoral e na preservação da função visual em pacientes com compressão do quiasma óptico. Além disso, a radioterapia pode ser usada como terapia adjuvante após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência. A terapia farmacológica desempenha um papel complementar no tratamento de THNFAs agressivas. Embora esses tumores não secretem hormônios em excesso, alguns deles expressam receptores de hormônios hipofisários, como o receptor de somatostatina e o receptor de dopamina. <strong>Conclusão: </strong>Os resultados desta análise destacam a importância da colaboração entre equipes multidisciplinares, que incluem neurocirurgiões, endocrinologistas, radioterapeutas e oncologistas, para garantir o melhor atendimento possível a esses pacientes desafiadores. À medida que avançamos, a pesquisa translacional e clínica continuará a desempenhar um papel crucial na identificação de novas estratégias terapêuticas e na melhoria dos resultados clínicos para aqueles que enfrentam os THNFAs agressivos.

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