Browsing by Autor "Pedro Ribeiro de Sales Netto"
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Item type: Item , PREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO PARA A PRÉ-ECLÂMPSIA EM GESTANTES(2024) Pedro Ribeiro de Sales Netto; Lídice Fontes Machado da Silva; Mac Kenzy Alves de Lima; Lizarda Maria de Carvalho Félix; Alice Ferreira Padilha; Glenda Ferreira Leite; Cristhian Herrán Giacomozzi; D. Carvalho; Anthony Benny da Rocha Balieiro; Cínthia Lívia Martins de SousaA pré-eclâmpsia é uma doença grave da gravidez caracterizada por hipertensão e falência de órgãos em mulheres prematuras. A prevalência varia de acordo com fatores de risco conhecidos, incluindo história de pré-eclâmpsia, doença renal crônica, hipertensão, obesidade e gestações múltiplas. A causa exata ainda é desconhecida, mas acredita-se que doenças genéticas, imunológicas e sanguíneas desempenhem um papel. A placenta desempenha um papel importante no desenvolvimento da pré-eclâmpsia. Os efeitos adversos da invasão trofoblástica e da remodelação vascular resultam na falta de oxigênio e nutrientes na placenta, levando à liberação de substâncias vasoativas e pró-inflamatórias na circulação materna. Além disso, a mortalidade materna associada à pré-eclâmpsia é acompanhada por sintomas clínicos como anemia, proteinúria, distúrbios hematológicos, doenças hepáticas, danos renais e alterações cerebrovasculares. O diagnóstico é baseado na presença de síndrome hemorrágica combinada com sinais de proteinúria e falência de órgãos após 20 semanas de gestação. Os métodos de tratamento são multifacetados e, nos casos leves, recomenda-se repouso no leito, restrição de sal e aumento da ingestão de líquidos. Contudo, em casos graves, devem ser utilizados anticoagulantes como o sulfato de magnésio para prevenir convulsões e reduzir o risco de complicações maternas e fetais. O diagnóstico da pré-eclâmpsia também depende da gravidade da doença e do momento do parto. Podem ocorrer complicações graves, incluindo eclâmpsia, doença renal, sangramento e restrição do crescimento fetal. Finalmente, medidas para prevenir a pré-eclâmpsia, como o uso de aspirina em baixas doses em mulheres grávidas de alto risco e a intervenção precoce para mulheres com histórico de pré-eclâmpsia, podem reduzir o risco e melhorar os resultados. Compreender os fatores de risco, os mecanismos subjacentes, o diagnóstico precoce e as opções de tratamento são importantes para melhorar os resultados maternos e fetais.Item type: Item , TRANSTORNO BIPOLAR: COMPREENSÃO DOS CICLOS DE HUMOR E GESTÃO EFETIVA DA DOENÇA(2024) Pedro Ribeiro de Sales Netto; Francisco de Assis Muniz de Oliveira; Gabriel Justiniano Grillo Cabral; Joana de Ângelis Ponte e Silva; Núbia Bezerra; Lucas Picoli de Lima; Tamara Muniz Miranda; Ana Gabryella Coelho Chagas; Geverson Oliver de Assis Oliveira; Zaine Dupim DiasO transtorno bipolar (TB) é um transtorno psiquiátrico grave, caracterizado por alterações de humor e envolvimento em aspectos neuroquímicos, psicológicos, sociais, profissionais, familiares e econômicos. A literatura mostra dificuldades em diversos domínios cognitivos em pacientes com câncer, que persistem mesmo durante períodos de repouso. Portanto, com o objetivo de aprofundar conhecimentos e esclarecer conceitos, realizamos uma revisão da literatura considerando os aspectos históricos, diagnósticos e terapêuticos da tuberculose. O objetivo deste artigo é descrever aspectos da tuberculose, incluindo métodos de tratamento, medicamentos, grupos de apoio, terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental, psicoeducação e terapia eletrônica. Acredita-se que o enfoque em temas relacionados à natureza da tuberculose contribuirá para o melhor preparo dos profissionais de saúde pertinentes, para que possam formular planos de tratamento e orientar os pacientes e seus familiares, compreender a doença, gerir os sintomas e melhorar as relações emocionais, sociais e profissionais.Item type: Item , TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): DESAFIOS E RECURSOS PARA INDIVÍDUOS E FAMILIARES(2024) Gustavo Pinheiro Rossini; Samirah Hohana Nogueira Pereira; Giovanni Rodrigues Moraes Rocha; Joshua Gabriel Inácio; Amanda Martins Bastos Mendonça; Pedro Ribeiro de Sales Netto; Gabriela Luna Fernandes Nóbrega; Rosa Francisca Simon; Vinicius Rafael Souza Lima; Luana Bibiano AnastacioO objetivo deste artigo é estudar o estresse em pais e cuidadores de crianças com transtorno do espectro do autismo (TEA) e identificar ferramentas que podem ser utilizadas para reduzir o estresse emocional e promover a saúde mental. Esta é uma revisão da literatura científica elaborada a partir da literatura científica publicada entre 2017 e 2024 sobre estresse parental em cuidadores de crianças com transtorno do espectro do autismo. Para identificar os artigos, pesquisamos nas bases de dados Periódico LILAS, PUBMED e Google Acadêmico para identificar artigos relacionados ao tema estado emocional de pais de crianças com TEA. Os resultados mostraram que a gravidade dos sintomas do TEA foi a principal causa do estresse parental. Pensar demais é o maior estresse que as mães enfrentam. Devido ao aumento do estresse, do estresse familiar e que afeta diretamente a qualidade de vida, faz-se necessário estabelecer uma rede de apoio psicológico à família e orientação. Além disso, as redes sociais devem ser incentivadas, pois são conhecidas por serem importantes determinantes do bem-estar face ao stress. Vários artigos demonstraram a importância dos programas de treinamento parental, pois fornecem técnicas apropriadas de modificação de comportamento em situações familiares para melhorar a autoeficácia dos pais e cuidadores.