Browsing by Autor "Procianoy, Renato S."
Now showing 1 - 2 of 2
- Results Per Page
- Sort Options
Item type: Item , Efeitos da asfixia perinatal sobre os hormônios tireoidianos(Rev. bol. ped., 2003) Pereira, Denise N.; Procianoy, Renato S.Objetivo: verificar o efeito da asfixia perinatal sobre os hormônios tireóideos. Métodos: foi realizado um estudo de caso-controle, no hospital de Clínicas de Porto Alegre, envolvendo 17 recém-nascidos a termo asfixiados (A) e 17 não-asfixiados (N), pareados conforme a cor, sexo, tipo de parto, idade gestacional e peso de nascimento. Foram coletados T4, T3, T4 livre, T3 reverso e TSH do sangue do cordão e do recém-nascido com 18 a 24 horas de vida, entre os que sofreram ou não asfixia perinatal. Resultados: no sangue de cordão, não houve diferença na dosagem dos hormônios tireóideos, com exceção do T3 reverso, que foi mais elevado no grupo que sofreu asfixia [mediana (percentis 25-75):A= 2(1,4-2); N= 1,41(1,13-1,92); p=0,037]. Com 18 a 24 horas de vida, foram significativamente menores no grupo de asfixiados, com exceção do T3 reverso, que foi semelhante entre os dois grupos [média ± DP: T4 A= 9,79 ± 2,59; N=14,68 ± 3,05; p<0,001/ mediana T3 A= 40,83(37,4-80,4); N= 164(56,96-222,5); P=0,003/ média ± DP T4 livre A=1,85 ± 0,92; N= 2,8 ± 0,74; p=0,004/ mediana T3 reverso A= 1,54(1,16-1,91); N= 1,31(0,87-2); p=0,507/ TSH A= 9,1(6,34-12,95); N=14,5(12,9-17,85); p=0,008]. Conclusões: nossos dados sugerem que os níveis diminuídos de T4, T4 livre e T3 no recém-nascido asfixiado com 18 a 24 horas de vida são secundários aos níveis diminuídos de TSH. Além disso, os valores baixos de T3 e normais de T3 reverso podem refletir alteração no metabolismo periférico do T4.Item type: Item , Fatores perinatais associados ao óbito precoce em prematuros nascidos nos centros da Rede Brasileira de Pesquisas Neonatais(Rev. bol. ped., 2010) Branco de Almeida, Maria Fernanda; Guinsburg, Ruth; Eulógio Martinez, Francisco; Procianoy, Renato S.; Rodrigues Leone, Cléa; Martins Marba, Sérgio Tadeu; Sousa Suppo Rugolo, Lígia Maria; Hecker Luz, Jorge; de Andrade Lopes, José MariaObjetivo: Avaliar os fatores perinatais associados ao óbito neonatal precoce em prematuros com peso ao nascer entre 400 e 1.500 g. Métodos: Coorte prospectiva e multicêntrica dos nascidos vivos com idade gestacional de 23 a 33 semanas e peso de 400-1.500 g, sem malformações em oito maternidades públicas terciárias universitárias entre junho de 2004 e maio de 2005. As características maternas e neonatais e a morbidade nas primeiras 72 horas de vida foram comparadas entre os prematuros que morreram ou sobreviveramaté o sexto dia de vida. As variáveis perinatais associadas ao óbito neonatal precoce foramdeterminadas por regressão logística. Resultados: No período, 579 recém-nascidos preencheram os critérios de inclusão. O óbito precoce ocorreu em92 (16%) neonatos, variando entre as unidades de 5 a 31%, e tal diferença persistiu controlandose por um escore de gravidade clínica (SNAPPE-II). A análise multivariada para o desfecho óbito neonatal intrahospitalar precoce mostrou associação com: idade gestacional de 23-27 semanas (odds ratio - OR = 5,0; IC95% 2,7-9,4), ausência de hipertensão materna (OR = 1,9; IC95% 1,0-3,7), Apgar 0-6 no 5° minuto (OR = 2,8;IC95%1,4-5,4), presença de síndrome do desconforto respiratório (OR = 3,1; IC95% 1,4-6,6) e centro em que o paciente nasceu. Conclusão: Importantes fatores associados ao óbito neonatal precoce em prematuros de muito baixo peso são passíveis de intervenção, como a melhora da vitalidade fetal ao nascer e a diminuição da incidência e gravidade da síndrome do desconforto respiratório.As diferenças de mortalidade encontradas entre os centros apontam para a necessidade de identificar as melhores práticas e adotálas de maneira uniforme em nosso meio.