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Item type: Item , Balanço de nitrogênio, concentrações de ureia e síntese de proteína microbiana em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Mara Lúcia Albuquerque Pereira; Pablo Teixeira Viana; Alana Batista dos Santos; Taiala Cristina de Jesus PereiraObjetivou-se avaliar o efeito da hidrólise da cana-de-açúcar com óxido de cálcio (CaO) sobre o balanço de nitrogênio, as concentrações de ureia na urina e no plasma e a síntese na proteína microbiana em caprinos. Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 õ 4, em quatro períodos experimentais de 14 dias. As rações, formuladas para ser isoproteicas, com 14% de proteína bruta (PB), foram compostas de 70% de cana-de-açúcar (tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio na matéria natural e corrigida com 1% de ureia) e 30% de concentrado e fornecidas à vontade. A cana-de-açúcar com óxido de cálcio foi picada em desintegrador estacionário, pesada, acondicionada em baldes plásticos de 50 litros e tratada com o óxido de cálcio para ser fornecida aos animais após 24 horas de armazenamento. O balanço de nitrogênio, as concentrações de ureia na urina e no plasma e as excreções de ureia na urina não foram influenciadas pelo tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio. A concentração de alantoína (% das purinas totais) foi maior e a de ácido úrico menor nas dietas com cana-de-açúcar hidrolisada com óxido de cálcio em relação à cana in natura. A produção e a eficiência microbiana não foram afetadas pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar em dietas para caprinos em crescimento.Item type: Item , Capim-elefante ensilado com casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; José Nobre de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade ChagasEste experimento foi conduzido para avaliar a composição química, a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e as características fermentativas de silagens de capim-elefante com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca. A adição dos co-produtos no momento da ensilagem foi realizada na base da matéria natural (peso/peso), com dez repetições por tipo de silagem. As silagens com casca de café e farelo de mandioca apresentaram maiores teores de matéria seca. A silagem com farelo de mandioca apresentou os menores teores de nitrogênio total, extrato etéreo e componentes fibrosos. O maior valor de DIVMS foi observado na silagem com farelo de mandioca (74,1%) e o menor, na silagem com casca de café (54,3%). As silagens controle e com farelo de cacau apresentaram valores de digestibilidade semelhantes, 61,4 e 61,2%, respectivamente. Na avaliação das características fermentativas das silagens, não houve diferença entre os teores de ácidos orgânicos, porém o pH da silagem com casca de café (4,6) foi superior ao das demais silagens (4,1). A utilização de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante reduz os componentes da parede celular e aumenta a DIVMS das silagens. Tanto a casca de café como o farelo de cacau adicionados no momento da ensilagem reduzem o valor nutritivo da silagem.Item type: Item , Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com silagens de capim-elefante contendo casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) Aureliano José Vieira Pires; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; José Nobre de Carvalho; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade ChagasUm experimento foi conduzido para avaliar o comportamento ingestivo de ovinos alimentados com dietas contendo silagem de capim-elefante com diversos aditivos. Foram utilizados 20 ovinos machos, não-castrados, em um delineamento inteiramente casualizado, com 4 tratamentos e 5 repetições. Os animais receberam dietas com média de 11% de proteína, compostas de 60% de volumoso e 40% de concentrado, com base na matéria seca (MS). Como volumoso, utilizou-se silagem de capim-elefante sem aditivo ou com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca, misturados ao capim-elefante no momento da ensilagem, com base na matéria natural (peso/peso). As variáveis comportamentais foram obtidas a cada dez minutos, durante 24 horas de observação. Os tempos despendidos em alimentação e ruminação foram semelhantes entre as silagens utilizadas nas dietas. Contudo, os animais que consumiram silagem de capim-elefante com farelo de mandioca apresentaram maior tempo de ócio. O consumo de matéria seca e as eficiências de alimentação (g de MS e de FDN/hora) e ruminação (g MS/hora) foram maiores nos animais alimentados com a silagem contendo 15% farelo de mandioca, o que indica que esse subproduto é um bom aditivo para utilização na ensilagem de capim-elefante. A inclusão de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante melhora alguns parâmetros do comportamento ingestivo.Item type: Item , Comportamento ingestivo em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Edênio Detmann; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas; Robério Rodrigues Silva; Bianca Damasceno PinhoObjetivou-se avaliar o efeito do tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio (CaO) sobre o comportamento ingestivo em caprinos. Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. Os animais foram mantidos em baias individuais de 1,2 m², com piso ripado de madeira, providas de comedouros e bebedouros individuais. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas e conter 14% de proteína bruta (PB) e apresentaram 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) corrigida com 1% de ureia e 30% de concentrado fornecidas a vontade. A cana-de-açúcar com a adição das doses de óxido de cálcio, foi triturada em desintegradora estacionária, pesada e acondicionada em baldes plásticos de 50 L, tratada com o óxido de cálcio e fornecida aos animais após 24 horas de armazenamento. Os tempos despendidos em alimentação, ruminação (min/dia, min/kg MS e min/kg FDN) e ócio (min/dia) não foram afetados pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar. A adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar não influenciou a eficiência em alimentação e ruminação, mas provocou redução do tempo médio despendido por período de alimentação. O comportamento ingestivo de caprinos em crescimento não é afetado pela utilização de dietas contendo cana-de-açúcar tratada com até 2,25% de óxido de cálcio.Item type: Item , Consumo e digestibilidade aparente em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Santana Júnior; Alyson Andrade Pinheiro; Mendes; Leandro Sampaio Oliveira RibeiroDesenvolveu-se este estudo para avaliar o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio. Avaliou-se também a eficiência de predição do consumo de matéria seca e do valor energético dos alimentos. Utilizaram-se 20 novilhas mestiças Holandês-Zebu com peso corporal médio inicial de 200 kg, distribuídas em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro dietas e cinco repetições. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas e fornecer 14% de proteína bruta e foram compostas de 71% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) e corrigida com 1% da mistura ureia e sulfato de amônio (9:1) e 29% de concentrado. Os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente neutro corrigida para cinzas e proteína (FDNcp), fibra em detergente neutro indigestível (FDNi), carboidratos totais (CT), carboidratos não-fibrosos corrigidos para cinza e proteína (CNFcp) e nutrientes digestíveis totais (NDT), em kg/dia, não foram afetados pela adição de óxido de cálcio à cana-de-açúcar. Os consumos de MO, FDN, FDNcp e NDT (% PV) reduziram linearmente com as doses de óxido de cálcio. As digestibilidades de MO, FDN, FDNcp, carboidratos totais e CNFcp e o teor de NDT das dietas não foram afetados. Entretanto, o tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio provocou redução na digestibilidade da MS e PB. As equações propostas pelo National Research Council subestimaram os consumos de MS e NDT e de PB e CNF digestíveis e superestimaram os de FDN digestível. O tratamento da cana-açúcar com óxido de cálcio não melhora o consumo nem a digestibilidade dos nutrientes em novilhas. As equações propostas pelo National Research Council não são eficientes para estimar o consumo de MS e o valor energético de alimentos nas condições experimentais.Item type: Item , Consumo, digestibilidade aparente e dias de coleta total na estimativa da digestibilidade em caprinos alimentados com dietas contendo cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2010) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Leandro Sampaio Oliveira Ribeiro; Daiane Maria Trindade Chagas; Bianca Damasceno Pinho; Ellen Mary Barros DomicianoO trabalho foi realizado para avaliar o consumo, a digestibilidade aparente dos nutrientes e o efeito do tempo (dias) de coleta total (dois e quatro dias) na estimativa da digestibilidade aparente em caprinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio (CaO). Foram utilizados oito caprinos da raça Saanen, machos castrados, com peso corporal médio de 22,6 kg e 4 meses de idade, distribuídos em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas, com 14% de proteína bruta (PB), e foram compostas de 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio (com base na matéria natural) corrigida com 1% de ureia e 30% de concentrado. As variáveis relacionadas ao consumo no grupo de animais que recebeu cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio foram maiores que naquele alimentado com cana in natura. O consumo de nutrientes em geral aumentou com as doses de óxido de cálcio adicionadas à cana-de-açúcar. Os coeficientes de digestibilidade de matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e carboidratos não-fibrosos corrigidos para cinzas e proteína (CNFcp) foram menores nos grupos alimentados com cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio em comparação à cana in natura. Verificou-se redução linear do coeficiente de digestibilidade da FDN e efeito quadrático do tratamento da cana com óxido de cálcio sobre a digestibilidade do extrato etéreo (EE) e CNFcp. O uso de óxido de cálcio no tratamento da cana-açúcar aumenta o consumo, mas não melhora a digestibilidade dos nutrientes. Dois dias de coleta total de fezes são suficientes para estimar a digestibilidade aparente total em caprinos.Item type: Item , Ensilagem de sorgo forrageiro com adição de ureia em dois períodos de armazenamento(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2009) F. E. P. Fernandes; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Odilon Gomes Pereira; Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Cellyneude de Souza OlivindoO experimento foi realizado para avaliar os efeitos da adição de ureia e de dois períodos de armazenamento sobre o valor nutritivo e o perfil de fermentação de silagens de sorgo. Adotou-se um delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 × 2, com quatro doses de ureia (0; 2,5; 5,0 e 7,5% com base na MS) e dois períodos de armazenamento (30 e 60 dias), cada um com quatro repetições. Foram usados silos de PVC com 50 cm de altura e 10 cm de diâmetro para a ensilagem de sorgo. As doses de ureia tiveram efeito quadrático sobre o teor de MS e efeito linear positivo sobre PB, PIDN e DIVMS, enquanto os períodos de armazenamento não influenciaram essas variáveis, exceto PIDN, cujo maior valor foi obtido no período de 60 dias de armazenamento. As doses de ureia tiveram efeito linear negativo sobre FDN, FDA, celulose e lignina. Os valores para FDN, FDA, celulose e lignina foram maiores no período de 60 dias de armazenamento que no período de 30 dias. Na análise do perfil de fermentação, houve interação doses de ureia × período de armazenamento apenas para o pH. As doses de ureia tiveram efeito quadrático sobre o nitrogênio amoniacal (N-NH3) e efeito linear positivo sobre o pH. Os maiores valores de N-NH3 foram encontrados no período de 60 dias de armazenamento, assim como o pH na dose zero de ureia. A adição de ureia na ensilagem de sorgo pode aumentar o valor nutritivo da silagem sem afetar o perfil de fermentação na ensilagem.Item type: Item , Evaluation of intervals between observations on estimation of eating behavior of cattle(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Robério Rodrigues Silva; Edênio Detmann; Leandro Sampaio Oliveira RibeiroThe effect of different intervals between observations on the estimation of the eating behavior of dairy heifers and lactating cows was evaluated. Twenty Holstein-zebu crossbred dairy heifers were distributed in a completely randomized design, with four levels and five repetitions, fed isonitrogenous diets containing 71% sugar cane and 29% concentrate. Also, 16 dairy crossbred cows were distributed in a completely randomized design, with four levels and four repetitions. They received isonitrogenous diets, containing 85% sugar cane and 1% concentrate. For both heifers and lactating cows, the sugar cane used was treated with doses of 0, 0.75, 1.5 and 2.25% CaO, and corrected with 1% of urea and ammonium sulfate mixture (9:1), at the moment of offering the diets. The experimental period was 21 days long, with observations done on the 19th and 20th days, during 24 hours, at intervals of 5, 10, 15 and 20 minutes. For both heifers and cows, lower values were verified for number of periods (nº/day) and higher values were obtained for average time spent per period of eating, rumination and idle activities, for 10-, 15- and 20-minute intervals. The mean dry matter and neutral detergent fiber with corrections for ash and protein intake per period of eating was also lower for 10-, 15- and 20-minute intervals. The intervals between observations of 10, 15 and 20 minutes lead to underestimation of the number of periods (nº/day) and to overestimation of the average time spent per period of eating, rumination and idle (min) on dairy heifers and cows, resulting in fallacy estimations. The use of 5-minute intervals for studying cattle eating behavior is recommended.Item type: Item , Fracionamento de carboidratos de silagem de capim-elefante emurchecido ou com farelo de cacau(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2007) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Odilon Gomes Pereira; F. E. P. Fernandes; José Antônio Obeid; Bruna Mara Aparecida de CarvalhoO experimento foi conduzido para determinar as frações que compõem os carboidratos da silagem de capim-elefante emurchecido ou acrescida de farelo de cacau. O capim-elefante utilizado foi colhido aos 50 dias de rebrota após o corte de uniformização e submetido aos seguintes tratamentos: capim-elefante emurchecido ao sol por oito horas e capim-elefante não-emurchecido acrescido de 0, 7, 14, 21 e 28% de farelo de cacau (% da matéria natural). O material foi acondicionado em silos de PVC com capacidade para 5,3 L, que foram abertos após 45 dias. A silagem de capim emurchecido apresentou teor de carboidratos totais (CT) semelhante ao daquelas com 14 e 21% de farelo de cacau. A análise de regressão detectou redução linear desta fração nas silagens com farelo de cacau. Para todas as frações de carboidratos estimadas, a silagem de capim emurchecido apresentou valores semelhantes ao daquela com capim sem emurchecimento. As frações dos carboidratos totais das silagens foram influenciadas pela adição de farelo de cacau, de modo que os teores de A+B1 e FDNi aumentaram e os de B2 diminuíram com a inclusão de farelo de cacau.Item type: Item , Grãos de soja como fonte de urease na amonização do bagaço de cana-de-açúcar com uréia(University of São Paulo, 2001) Patrícia Sarmento; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Andreia Santos do NascimentoA urease é a enzima responsável pela hidrólise da uréia em amônia. A utilização de fonte de urease no tratamento de bagaço de cana-de-açúcar com uréia pode melhorar o processo da decomposição da uréia em amônia, beneficiando o tratamento de amonização e, conseqüentemente, o valor nutritivo do material. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de níveis de soja crua, como fonte de urease, na amonização do bagaço de cana através da uréia. Utilizaram-se quatro níveis de soja crua (0; 2,5; 3,75; e 7,5% da matéria seca) em bagaço de cana-de-açúcar tratado com 7,5% de uréia (da matéria seca), armazenados por um período de 96 dias, em sacos de polietileno com capacidade de 50 litros. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com quatro níveis de soja crua e três repetições. Os teores de matéria seca, proteína bruta e hemicelulose não foram afetados pelos níveis de urease; entretanto, verificou-se efeito quadrático positivo para digestibilidade in vitro da matéria seca e linear negativo para o teor de fibra detergente neutro. A utilização de até 3,75% de soja crua na amonização com uréia propiciou melhoria na digestibilidade da matéria seca do bagaço de cana.Item type: Item , Metabolismo de nitrogênio em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2011) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Edênio Detmann; Robério Rodrigues Silva; Mara Lúcia Albuquerque Pereira; Alana Batista dos Santos; Taiala Cristina de Jesus PereiraEsta pesquisa foi realizada para avaliar o balanço de nitrogênio, as concentrações de ureia na urina e no plasma e a síntese de proteína microbiana em novilhas alimentadas com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio. Utilizaram-se 20 novilhas mestiças Holandês-Zebu com peso corporal médio inicial de 200 kg distribuídas em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os animais foram alojados em baias individuais cobertas, com piso de concreto, providas de cocho individual de concreto para alimentação e bebedouro automático comum a duas baias. O período experimental foi de 21 dias, e a coleta de dados foi realizada nos sete dias finais. As dietas foram formuladas para ser isoproteicas, com 14% de proteína bruta, e continham 71% de cana-de-açúcar (com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de óxido de cálcio na matéria natural) corrigida com 1% de mistura ureia e sulfato de amônio (9:1) e 29% de concentrado. A cana-de-açúcar foi fornecida aos animais após 24 horas de tratamento com óxido de cálcio. O tratamento da cana-de-açúcar com óxido de cálcio influenciou o balanço de nitrogênio, pois ocasionou redução tanto no consumo como na quantidade de nitrogênio digerido e retido. O nitrogênio retido (em % do N ingerido e do N digerido) também reduziu linearmente conforme aumentaram os níveis de óxido de cálcio na cana-de-açucar. O uso de óxido de cálcio em níveis de até 2,25% no tratamento da cana-de-açúcar não afeta as concentrações de ureia na urina e no plasma nem a excreção de ureia na urina e a síntese de proteína microbiana em novilhas.Item type: Item , Tratamento do bagaço de cana-de-açúcar com uréia(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 1999) Patrícia Sarmento; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Andreia Santos do NascimentoO bagaço de cana contendo 55% de matéria seca (MS) foi tratado com cinco níveis de uréia (0; 2,5; 5; 7,5; e 10%) e 5% de soja crua moída como fonte de urease, ambos com base na MS. O material foi armazenado por 97 dias em sacos plásticos (8 kg/saco de 50 L).e, após abertura, amostras foram coletadas em três períodos de aeração (2, 9 e 16 dias). Foi usado delineamento experimental inteiramente casualizado com três repetições. Não houve efeito de níveis de uréia para teor de MS; entretanto, a matéria seca elevou-se com o aumento dos períodos de aeração. Houve também aumento dos teores de proteína bruta e nitrogênio insolúvel em detergente ácido com o aumento dos níveis de uréia e redução com o aumento dos períodos de aeração. Não houve efeito para a fibra em detergente ácido, em função de níveis de uréia e períodos de aeração. A fibra em detergente neutro e a hemicelulose diminuíram com adição de uréia, mas elevaram-se com o aumentos dos períodos de aeração. A digestibilidade in vitro da matéria seca aumentou com a adição de uréia. Os tratamentos com uréia alteraram a composição química, melhorando a qualidade do bagaço.Item type: Item , Valor nutritivo de silagens de capim-elefante emurchecido ou com adição de farelo de cacau(Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2007) Gleidson Giordano Pinto de Carvalho; Rasmo García; Aureliano José Vieira Pires; Odilon Gomes Pereira; José Augusto Gomes Azevêdo; Bruna Mara Aparecida de Carvalho; Jucilene CavaliO experimento foi conduzido para avaliar o valor nutritivo da silagem de capim-elefante produzida com o capim emurchecido ou adicionada de diferentes níveis de farelo de cacau. O capim-elefante foi colhido aos 50 dias de rebrota após o corte de uniformização e submetido aos seguintes tratamentos na ensilagem: capim-elefante emurchecido ao sol por 8 horas, e capim-elefante sem emurchecimento com 0, 7, 14, 21 e 28% de farelo de cacau (FC) (% da matéria natural). Foram utilizadas quatro repetições por tratamento; o material foi acondicionado em silos de PVC com 0,15 m de diâmetro e 0,3 m de altura, adotando-se compactação de 500 kg/m³. A inclusão do farelo de cacau na ensilagem do capim-elefante mostrou-se eficiente em aumentar o teor de MS da silagem. A inclusão de FC no nível de 7% permitiu produção de silagem com teor de MS semelhante ao da silagem de capim emurchecido. As silagens com FC apresentaram maiores teores de NT, EE, lignina, NIDN e NIDA, no entanto, os teores de FDN, FDA CEL, HEM, cinzas e NDT e a DIVMS diminuíram com a adição de farelo de cacau. O NDT estimado para a silagem de capim emurchecido foi superior ao obtido nas demais silagens, com e sem farelo de cacau. Embora o FC tenha promovido redução da DIVMS, sua inclusão nos níveis de 7 e 14% proporcionou boa digestibilidade das silagens (acima de 60%). O emurchecimento do capim-elefante e a adição de FC podem ser alternativas para aumentar o teor de MS da silagem e garantir a produção de silagens de bom valor nutritivo.