Browsing by Autor "Sheyla Milena Costa de Souza"
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Item type: Item , A Efetividade da Musculação na Reabilitação Pós-Infarto: Perspectivas Cardíacas e Ortopédicas(2024) Marilea dos Santos Carvalho; Chung Won Chon; Gabriel Henrique Schug; Bene Rafael Jambo; Sheyla Milena Costa de Souza; Luiz Henrique Caldas Lins; Natan Vinicius de Lima Queiroz; Aline Pintor Ribeiro Orosco; Ana Carolina Araújo Pinho; Bruno de Melo PinheiroEste estudo destaca a importância da reabilitação cardíaca pós-infarto do miocárdio (IAM) e a eficácia da musculação nesse processo. A reabilitação cardíaca é vital para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, com a musculação desempenhando um papel crucial. Cardiovascularmente, a musculação melhora a função cardíaca, evidenciada por parâmetros hemodinâmicos como fração de ejeção e volume sistólico, reduz o tamanho da cicatriz no tecido cardíaco e estimula a angiogênese. Além disso, modula a inflamação, melhora a aptidão cardiorrespiratória e promove hábitos saudáveis. Ortopedicamente, a musculação aumenta a força e resistência musculares, melhora a capacidade funcional e previne complicações musculoesqueléticas decorrentes do repouso prolongado. O objetivo geral deste artigo é avaliar a eficácia da musculação na reabilitação de pacientes pós-infarto, focando nos benefícios cardiovasculares e ortopédicos. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica descritiva e qualitativa, analisando estudos publicados entre 1997 e 2024, em português e inglês. As bases de dados consultadas foram PubMed, Scielo e Google Scholar. A análise focou na eficácia e segurança da musculação em melhorar a capacidade aeróbica, reduzir níveis de colesterol e pressão arterial, e diminuir eventos cardíacos adversos. Os resultados confirmam que a reabilitação cardíaca, incluindo exercícios aeróbicos e de resistência, é segura e eficaz. No entanto, a adesão a longo prazo é um desafio. A musculação mostra benefícios adicionais como o aumento da força muscular, melhora da capacidade funcional e prevenção de complicações musculoesqueléticas. Para maximizar os benefícios e minimizar riscos, é essencial a supervisão por profissionais de saúde especializados. Este estudo conclui que a musculação é uma intervenção valiosa na reabilitação pós-infarto, oferecendo benefícios significativos para a saúde cardiovascular e ortopédica. A inclusão dessa prática nos programas de reabilitação pode otimizar desfechos clínicos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A continuidade de pesquisas nesta área é crucial para aprimorar estratégias de reabilitação e garantir a segurança e eficácia dos programas de exercícios para essa população específica.Item type: Item , Manejo Agudo do Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar: Intervenções de Emergência e Perspectivas(2024) Brunna Gerlany Freire Guimarães; Chung Won Chon; Sheyla Milena Costa de Souza; Luiz Henrique Caldas Lins; José Kleber Mota Assunção Filho; Pedro Tiago Azevedo Bianchini; Edne Wanessa Nóbrega Crispim Lima; Poliana Lemes Araújo; Alysson Barbosa Sena; Lucas Acyole Campinho MenezesEste artigo tem como objetivo geral analisar as práticas clínicas atuais no manejo do estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) em ambientes de emergência. O EHH é uma emergência endocrinológica grave que ocorre principalmente em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 não controlada, caracterizada por hiperglicemia extrema, hiperosmolaridade plasmática e desidratação acentuada, sem cetoacidose significativa. A condição desenvolve-se de forma insidiosa ao longo de dias ou semanas e pode levar a manifestações neurológicas graves, como letargia, confusão mental, convulsões e coma. É frequentemente desencadeada por fatores como infecções, uso inadequado de medicamentos, trauma ou doenças concomitantes que aumentam a produção de hormônios contra-reguladores. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica descritiva e qualitativa, analisando estudos publicados entre 2004 e 2024, em português e inglês. As bases de dados consultadas foram PubMed, Scielo e Google Scholar. A análise focou nos fatores desencadeantes do EHH, eficácia das intervenções emergenciais, protocolos de correção de hiperglicemia e distúrbios eletrolíticos, e o papel do acompanhamento endocrinológico na prevenção de episódios recorrentes. Os resultados indicam que o manejo adequado do EHH envolve fluidoterapia agressiva, administração criteriosa de insulina e monitoramento rigoroso dos níveis glicêmicos e eletrolíticos. Avanços recentes incluem a utilização de monitoramento contínuo da glicose e a aplicação de protocolos de tratamento padronizados que melhoram significativamente os resultados clínicos. Estudos mostram que a implementação de tais protocolos pode reduzir o tempo de internação e a mortalidade associada ao EHH. A conclusão destaca a importância de uma abordagem sistemática e baseada em evidências no manejo do EHH. O diagnóstico precoce e intervenções emergenciais, como reposição de fluidos e controle glicêmico intensivo, são essenciais para estabilizar o paciente e prevenir complicações severas, como falência renal e disfunção neurológica. A continuidade das pesquisas nesta área é crucial para aprimorar as estratégias de tratamento, garantir a segurança e eficácia dos procedimentos, e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.