Browsing by Autor "Silvia Rivera Cusicanqui"
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Item type: Item , DE VILOCO A MEDELLÍN. EL TRASFONDO DE LA TRAMA(2017) Silvia Rivera CusicanquiItem type: Item , Liberal democracy and<i>ayllu</i>democracy in Bolivia: The case of Northern Potosí(Taylor & Francis, 1990) Silvia Rivera CusicanquiAbstract Economic and political reforms imposed on Bolivian indigenous communities (ayllus) in the name of modernisation and democracy have actually furthered long‐standing colonial forms of oppression. Both liberal reformers and nationalist revolutionaries promoted a concept of citizenship which displaced and undermined indigenous social organisation and political practice. Even in the 1980s, progressive and leftist parties, unions, and development organisations continued to marginalise the democratic internal life of the northern Potosí ayllus. Notes Andean Oral History Workshop (La Paz, Bolivia). Translation by Charles Roberts.Item type: Item , Secuencias iconográficas en Melchor María Mercado (1841-1869)(1997) Silvia Rivera CusicanquiDebemos a la cuidadosa mirada de don Gunnar Mendoza L. la bella edición del Álbum de acuarelas de Melchor María Mercado (1991) y un prólogo rico en referencias hacia posibles rutas que podría seguir la investigación sobre esta obra, descubierta y guardada por él hasta su muerte, entre las joyas de la Biblioteca Nacional de Bolivia. He optado por tomar una de estas rutas: el análisis de algunas secuencias iconográficas de la obra, de acuerdo a ritmos y lecturas que podrían llamarse asociativas...Item type: Item , Uma mercadoria indígena e seus paradoxos: a folha de coca em tempos de globalização(2011) Silvia Rivera CusicanquiO processo de mobilização social iniciado na década de 2000 teve como protagonistas diversos setores do campesinato indígena. Esse processo culminou na eleição do cocaleiro aimará Evo Morales, que se tornou o primeiro presidente indígena da América. Findou-se, assim, um ciclo de mais de vinte anos de pactos parlamentares não transparentes e partilhas do aparelho estatal entre os partidos crioulos da vertente neoliberal e populista. Contudo, os interesses imperialistas, que envolvem corporações farmacêuticas e de multinacionais, conseguiram montar aparato de repressão contra a folha de coca, sob o argumento abstrato e hipócrita de defesa da saúde pública dos países consumidores. No outro extremo, os produtores de coca resistem a essa guerra desigual. Os cocaleiros e os distribuidores e consumidores são atores e protagonistas da modernidade indígena boliviana, assentada em mercado interno de longa data como cenário de processos de empoderamento, iniciativa histórico-cultural e descolonização. Como a maioria da população faz parte desse mercado, a resistência não se limita à luta contra a erradicação das zonas produtoras; também é preciso enfrentar os controles e proibições que pesam sobre o mercado e o estigma que se associa ao consumo da folha. O peso dessas disputas delimita cenário de conflito para o atual governo, e é necessário compreendê-las em toda a sua profundidade histórica, o que é o objetivo com este estudo.