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Browsing by Autor "Vivian Miranda Lago"

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    Avaliação da prevalência da doença de Chagas aguda em crianças e pré-adolescentes de 0 a 14 anos no período 2010 a 2018, no Brasil / Evaluation of the prevalence of acute Chagas disease in children and pre-adolescents aged 0 to 14 years from 2010 to 2018, in Brazil
    (Brazilian Journal of Development, 2022) Bárbara Ferraz Barbosa; Isadora Pereira Brito; Beatriz Ribeiro Pinto De Holanda; Lara Vargas Longui; Vivian Miranda Lago; Kevyn Felipe Mendes
    Identificar a prevalência da doença de Chagas aguda em crianças e pré-adolescentes no Brasil, no período de 2010 a 2018. Estudo epidemiológico, transversal, descritivo sobre a doença de Chagas aguda, a partir de informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde no banco de dados DATASUS TABNET, verificando a prevalência por idade de 0 a 14 anos pelo número de notificações em todo Brasil, analisando zonas de extrema pobreza, além do predomínio de menor e maior idade dentro da faixa etária estabelecida. Evidenciou-se um número crescente de casos ao longo dos anos, passando de 136 casos em 2010 para 361 em 2018, sendo que ao relacionar com a zona de extrema pobreza houve uma incidência de 637 notificações no período. Devido à situação socioeconômica de regiões periféricas do país, há uma grande dificuldade no controle da doença em crianças, mesmo apesar de medidas que incentivem o aumento da triagem no pré-natal, a prevenção da enfermidade aguda congênita, o controle químico vetorial e a melhoria de inúmeras moradias em zona de risco.
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    Mulheres pretas e pardas: vulnerabilidades ocorridas de 2010 a 2018 no extremo sul baiano
    (2022) Bárbara Ferraz Barbosa; Camila Bordignon Barbosa; Debora Neves de Santana; Cosme Andrade de Almeida; Vivian Miranda Lago
    A violência altera a sociedade de inúmeras formas, sendo desproporcional em relação às mulheres, principalmente, pretas e pardas em situação de vulnerabilidade, o que as deixam propensas a marcas que influenciam seu cotidiano. Objetivou-se com esta temática analisar a prevalência de violência doméstica, sexual e/ou outras condicionantes em mulheres pretas e pardas no período de 2010 a 2018, no extremo sul baiano. Para a concretude da presente pesquisa, no campo metodológico optou-se pela abordagem epidemiológica, transversal, descritiva por meio das informações secundarias fornecidas pelo Ministério da Saúde na base de dados DATASUS, avaliando o estado e a macrorregião do Extremo Sul, correlacionando com o número de violência psicológica/moral em ambos. Ao adentrar as questões que nortearam este estudo, percebeu-se que diante do universo pesquisado os resultados evidenciam um número de casos crescentes, sendo 873 casos em 2010 para 25.872 em 2018 no estado, quando analisada a macrorregião, houve um total de 1.751 casos, quanto à violência psicológica/moral, o pico máximo ocorreu em 2018, em ambas as regiões; o estudo mostra um aumento exorbitante da violência no que se concerne às mulheres pretas e pardas em situação de risco na Bahia, sobretudo na macrorregião. Conclui-se que é necessário um aumento de medidas que vise maior amparo e cuidado às vítimas, uma vez que o lar é "lugar mais perigoso para essas mulheres", o que culmina, frequentemente em violência de longa duração.
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    Mulheres pretas e pardas: vulnerabilidades ocorridas de 2010 a 2018 no extremo sul baiano
    (2022) Bárbara Ferraz Barbosa; Camila Bordignon Barbosa; Debora Neves de Santana; Cosme Andrade de Almeida; Vivian Miranda Lago
    A violência altera a sociedade de inúmeras formas, sendo desproporcional em relação às mulheres, principalmente, pretas e pardas em situação de vulnerabilidade, o que as deixam propensas a marcas que influenciam seu cotidiano. Objetivou-se com esta temática analisar a prevalência de violência doméstica, sexual e/ou outras condicionantes em mulheres pretas e pardas no período de 2010 a 2018, no extremo sul baiano. Para a concretude da presente pesquisa, no campo metodológico optou-se pela abordagem epidemiológica, transversal, descritiva por meio das informações secundarias fornecidas pelo Ministério da Saúde na base de dados DATASUS, avaliando o estado e a macrorregião do Extremo Sul, correlacionando com o número de violência psicológica/moral em ambos. Ao adentrar as questões que nortearam este estudo, percebeu-se que diante do universo pesquisado os resultados evidenciam um número de casos crescentes, sendo 873 casos em 2010 para 25.872 em 2018 no estado, quando analisada a macrorregião, houve um total de 1.751 casos, quanto à violência psicológica/moral, o pico máximo ocorreu em 2018, em ambas as regiões; o estudo mostra um aumento exorbitante da violência no que se concerne às mulheres pretas e pardas em situação de risco na Bahia, sobretudo na macrorregião. Conclui-se que é necessário um aumento de medidas que vise maior amparo e cuidado às vítimas, uma vez que o lar é "lugar mais perigoso para essas mulheres", o que culmina, frequentemente em violência de longa duração.

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