Browsing by Autor "Weslley Barbosa Maia"
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Item type: Item , Epidemiologia sobre as internações e óbitos por neoplasia maligna da mama em mulheres no Brasil no período de 2010 a 2020(2023) Fernanda Casini de Souza; Rafael Coelho Franco; Walquiria da Silva Pedra Parreira; Sara Joana Carneiro Ribeiro de Menezes; Giovanni Tavares de Sousa; Andressa Barros Tenório Nunes de Carvalho; Weslley Barbosa Maia; Yaskara Nara Gaspar Alcântara; José Ricardo Baracho dos Santos; Atílio Fontinele Castro de AraújoObjetiva-se analisar epidemiologicamente o número de internações e óbitos absolutos por neoplasia de mama no Brasil em mulheres no período de 2010 a 2020. Estudo descritivo e retrospectivo sobre o número de internações e óbitos absolutos por neoplasias de mama no Brasil em mulheres nos anos de 2010 a 2020. Os dados foram obtidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (DATASUS). As variáveis analisadas foram óbitos absolutos, internações, raça, faixa etária e região. De 2010-2020, foram registrados 170.010 óbitos absolutos e 633.204 internações devido a neoplasia maligna de mama no Brasil. A região Sudeste teve o maior número de internações, representando 51,32%. Quanto aos óbitos absolutos, a região que mais listou foi a Sudeste, correspondendo a 50,72%. Quanto à raça, a branca foi a que mais apresentou óbitos absolutos e internações, representando 59,23% e 45,46% dos casos, respectivamente. Em relação à faixa etária, a que listou maior número de internações foi a de 50 a 59 anos, com 27,87%. No período analisado, foram registrados 170.010 óbitos absolutos e 633.204 internações por neoplasia maligna de mama em mulheres no Brasil. A região Sudeste representou mais da metade de ambas as variáveis. A raça branca e parda corresponderam a grande maioria dos óbitos absolutos e internações, sendo a branca a maioria deles. Quanto à faixa etária, a que demonstrou maior número de internações foi a de 50 a 59 anos, porém, a com maior número de óbitos absolutos foi a de maiores de 70 anos. A faixa etária dos menores de 40 anos foi a que menos registrou óbitos absolutos e internações.
Item type: Item , Neoplasia maligna de pâncreas: taxa de mortalidade e perfil epidemiológico no Brasil entre 2018 e 2022(2024) Cleidiana Alves de Brito; Andreza Ossani; Mila Maia Martins; Weslley Barbosa Maia; Kauann Lopes Soares; Maria Eduarda Barbosa de Souza; Gabriel Rocha Pinon Teixeira de Araújo; Walquiria da Silva Pedra Parreira; Radijames de Jesus Silva Ribeiro; Rafael Lucas Santos Oliveira GomesEste artigo tem por objetivo analisar a epidemiologia das internações e a taxa de mortalidade por neoplasia maligna de pâncreas, no Brasil, nos últimos cinco anos, com base em dados secundários disponíveis no banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Trata-se de um estudo descritivo transversal, com abordagem documental, através de dados secundários coletados no DATASUS. No período analisado, foram registradas 68.693 internações por neoplasia maligna de pâncreas, no Brasil. Conclui-se que a densidade populacional, condições socioeconômicas e acesso a centros médicos avançados influenciaram essa distribuição. Avanços notáveis foram feitos, incluindo a identificação de fatores de risco como tabagismo e obesidade, e a associação com problemas de glicose e diabetes como indicadores precoces.