J. F. PachecoRicardo Jardim Taveira PrivadoBruna Cassimiro BatistaHanna Priscila Rodrigues de SantanaMauro Mirian Alves JúniorPétala Diane Koster MaiaRamsés Parreira JunqueiraMurilo Silva de SaboyaDeborah Angélica Ribeiro de SouzaGabriela Pereira Valadares2026-03-222026-03-22202510.33448/rsd-v14i4.48637https://doi.org/10.33448/rsd-v14i4.48637https://andeanlibrary.org/handle/123456789/77009As infecções pós-procedimentos neurocirúrgicos, decorrentes do contato direto com bactérias dentro do centro cirúrgico, atingem diretamente o bom prognóstico do paciente levando a complicações que podem levar a internação na unidade de tratamento intensivo (UTI). Segundo um levantamento de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), somente no Brasil, as infecções de sítio cirúrgico (ISC) são responsáveis por cerca de 15% de todas as infecções relacionadas à assistência à saúde aumentando o tempo médio de 60% no tempo de internação na UTI. O Sistema Nervoso Central (SNC) comanda as funções do corpo, guiando quase tudo através de sinais em redes de neurônios e soltando substâncias nas pontas das células. O tecido nervoso sente tudo de fora e de dentro, reagindo com o envio veloz e constante de avisos nervosos. Em suma, as infecções no sistema nervoso central continua sendo um fardo significativo para os sistemas de saúde em todo o mundo. Porém, os avanços feitos na compreensão de sua fisiopatologia nos últimos 20 anos superam tudo o que foi feito antes.ptMedicineHumanitiesMicrobiologyBiologyPrincipais bactérias da infecção hospitalar pós neurocirurgias: Uma revisão narrativaarticle