Luiz Augusto Pinheiro Leal2026-03-222026-03-22202210.18542/rcga.v0i7-12.13220https://doi.org/10.18542/rcga.v0i7-12.13220https://andeanlibrary.org/handle/123456789/73220Este trabalho pretende discutir a influência feminina negra na produção de conhecimento e na definição de identidade racial com base na obra de três intelectuais amazônidas: Bruno de Menezes, Nunes Pereira e Dalcídio Jurandir. Além do engajamento pela liberdade de culto e intensa produção intelectual, o que também havia em comum entre eles era o fato de todos serem negros e apresentarem uma referência feminina negra no despertar de sua identidade ou interesse pela questão racial. Bruno de Menezes faz isso através de uma dedicatória à sua mãe Balbina; Nunes Pereira, citando sua mãe biológica (Felicidade) e sua mãe espiritual (Andresa) em seus livros e entrevistas; e Dalcídio Jurandir traduzindo sua mãe Margarida na personagem Amélia, presente em parte de suas obras literárias. Em cada uma destas, diferentes elementos da identidade cultural aparecem e associam os autores a um mundo lúdico ou religioso de origem negra.ptHumanitiesArtPhilosophyO Feminino na Formação Intelectual Negra Amazônicaarticle