Cintia Tainá Porfiro MotaMariana Ribeiro De OliveiraSofía Perroni FerreiraLuciana Squarizi dos SantosPaula Vitória NuernbergDara Rubaly Bustillos RochaJorgeney Bustillos RochaDayanara Lisseth Bustillos Rocha2026-03-222026-03-22202310.34119/bjhrv6n5-033https://doi.org/10.34119/bjhrv6n5-033https://andeanlibrary.org/handle/123456789/74006INTRODUÇÃO: A pandemia de COVID-19 impactou todo o mundo, afetando todas as faixas etárias e apresentando comorbidades que predizia maior fator de risco para contaminação e gravidade dos casos. A asma, doença muito comum entre crianças, se apresentou em meio a distintas associações sobre o risco de hospitalização ou gravidade da doença causada pelo Sars-Cov-2. OBJETIVO: Identificar como a asma influencia nas taxas de hospitalização e predileção por gravidade em pacientes pediátricos com COVID-19. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa na base de dados PUBMED utilizando os descritores “COVID-19 AND children AND Asthma’’para artigos publicados entre 2018 e 2023. RESULTADOS: No início da pandemia a asma foi associada à possibilidade de proteção à infecção pelo Sars-Cov-2, porém, no progredir das evidências foi demonstrada que pacientes com asma podem apresentar mais sintomas respiratórios que aqueles sem a doença. Evidências mais robustas associam a asma a maiores taxas de internação por COVID-19, apesar das divergências ainda existentes na literatura. CONCLUSÃO: Durante a pandemia, a restrição social promoveu menores taxas de hospitalização por asma por diminuição da exposição a fatores exacerbantes. Pacientes com asma parecem ter mais risco de hospitalização ou sintomas se contaminados pelo Sars-Cov-2. Mais estudos são necessários para analisar evidências em diferentes localizações geográficas e identificar a influência de diferentes determinantes sociodemográficos.ptMedicineGynecologyCOVID-19 e Asma: uma análise dessa relação na faixa pediátricaarticle