Remberto Herbas Arze2026-03-222026-03-22190010.11606/t.11.1900.tde-20240301-143946https://doi.org/10.11606/t.11.1900.tde-20240301-143946https://andeanlibrary.org/handle/123456789/86795Algumas plantações de caqui (D. kaki) do Município de Mogi das Cruzes apresentaram uma doença virosa em tolhas novas com sintomas que se caracterizaram por apresentar áreas cloróticas de aspecto deprimido e também por áreas necróticas acompanhadas de deformação do limbo. Durante o período de maturação dos frutos, as folhas que atingiram o seu tamanho definitivo, exibem manchas cloróticas que alternam com áreas verdes normais. A planta atacada sofre queda pretura das folhas. Os sintomas nas flores consistem de uma necroses parcial ou total das diferentes peças florais ocasionando a queda das mesmas. Os sintomas nos frutos consistem em pintas, anéis e faixas cloróticas ou necróticas que podem atingir profundidades variáveis do mesocarpo. Os sintomas nos brotos caracterizam-se por áreas necróticas de diferentes formas, tamanho e profundidade que ocasiona a morte prematura no sentido basi-petal. O vírus causador do mosaico do caqui é isodiamétrico. É transmitido mecanicamente por infectivos ou pelo vírus isolado mediante centrifugação diferencial. O estudo do circulo de hospedeiros prova que várias espécies de plantas de diferentes famílias são, susceptíveis ao vírus causador do mosaico do caqui. As propriedades físicas in vitro causador do mosaico do caqui são as seguintes: Ponto máximo de diluição é de 1:10 000. Ponto termal de inativação está entre 75°C e 80°C. A longevidade é de 72 horas.ptHorticulturePhysicsO mosaico do caqui (>i<D. kaki>/i<) e algumas propriedades físicas do agente causadordissertation