J C SilvaBárbara Citelis Silva VargasJoão Antônio dos Santos FilhoIsabella Rodrigues dos Santos BastosIngrid Gomes AlencarCristiano Torres LopesNed Augusto Rocha da Silva JúniorIngrid Peixoto LacerdaLuana Dias BorgesLia Vitória Moura de Araújo Bezerra2026-03-222026-03-22202410.70209/rics.v1i1.14https://doi.org/10.70209/rics.v1i1.14https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75640A prematuridade, caracterizada pelo nascimento antes de 37 semanas de gestação, é uma das principais causas de morbidade e mortalidade neonatal. Dentre os diversos fatores de risco associados ao parto prematuro, as infecções maternas, especialmente as infecções do trato urinário e vaginal, destacam-se como influências significativas e frequentemente subestimadas. Este estudo, realizado por meio de uma revisão bibliográfica narrativa, tem como objetivo sintetizar as evidências científicas sobre o impacto dessas infecções na prematuridade. A revisão abrangeu estudos publicados entre 2015 e 2024, abordando a prevalência dessas infecções durante a gestação, os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, e as intervenções clínicas mais eficazes na prevenção doparto prematuro. Os resultados indicam que infecções urinárias, como a bacteriúria assintomática, e infecções vaginais, como a vaginose bacteriana, estão significativamente associadas ao aumento do risco de parto prematuro. Intervenções precoces e tratamento adequado com antibióticos mostraram-se eficazes na redução desse risco, embora desafios como resistência antimicrobiana e variabilidade na resposta ao tratamento ainda precisem ser abordados. O estudo destaca a necessidade de mais pesquisas para aperfeiçoar as práticas clínicas e reduzir a incidência de prematuridade associada a infecções maternas.ptMedicineGynecologyIMPACTO DAS INFECÇÕES MATERNAS NA PREMATURIDADE: UM ESTUDO FOCADO EM INFECÇÕES URINÁRIAS E VAGINAISarticle