EMILLY LOUISE RODRIGUES OLIVEIRAAna Jacy Guedes de Melo e DiasAna Samille ArcanjoA. A. RibeiroCarolina Montenegro Castro DamascenoDenis Kleber Holanda GuerraGlória Araújo LestingiGuilherme Kumm ÁvilaIsabella Barros de Sousa TeixeiraIsabella Ferreira Leite2026-03-222026-03-22202410.70164/jmbr.v1i3.88https://doi.org/10.70164/jmbr.v1i3.88https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75726Este artigo de revisão aborda o manejo clínico do abdome agudo secundário à úlcera perfurada, destacando as evidências e práticas atuais. A úlcera perfurada, uma condição que pode levar à peritonite e outras complicações graves, requer diagnóstico precoce e intervenção rápida. A metodologia envolveu uma busca sistemática em bases de dados como PubMed e Scopus, com critérios de inclusão abrangendo estudos clínicos e revisões publicadas entre 2018 e 2023. Os resultados apontam que a tomografia computadorizada é a modalidade preferida para o diagnóstico, enquanto a intervenção cirúrgica, seja por laparotomia aberta ou laparoscopia, depende das condições do paciente e da experiência do cirurgião. O manejo inicial inclui estabilização hemodinâmica e administração de antibióticos de amplo espectro. Cuidados pós-operatórios, como monitoramento rigoroso e nutrição enteral precoce, são cruciais para a recuperação. A análise dos dados destacou a importância de uma abordagem multidisciplinar e de programas de educação para pacientes e profissionais de saúde. Conclui-se que, apesar dos avanços no tratamento, desafios como a variabilidade nas práticas clínicas e a disponibilidade de recursos ainda persistem, ressaltando a necessidade de protocolos padronizados e de pesquisa contínua.ptMedicineGynecologyManejo Clínico de Abdome Agudo Secundário à Úlcera Perfurada: Evidências e Práticas Atuaisarticle