Saulo Freitas do ÓMateus Castro de SouzaAnna Gabrielly De Souza BarbosaPedro Henrique Costa de CastroAna Carolina Nascimento MartinsCarlos Eduardo Parmejane MouraMatheus Handerson De Jesus Pereira dos SantosEmille Fernanda Carvalho StürmerIgor Mendonça de AraújoGiovanna Christine Marques Faria2026-03-222026-03-22202410.36557/2674-8169.2024v6n8p2787-2797https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n8p2787-2797https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75632Este estudo observacional, descritivo e transversal teve como objetivo analisar a prevalência temporal de óbitos por hipertensão essencial e secundária no estado do Acre, Brasil, entre 2018 e 2022. Os dados foram coletados da base DATASUS e analisados por ano, região e sexo. O estudo revelou um aumento progressivo na mortalidade associada à hipertensão, com o maior número de óbitos registrado em 2022. Rio Branco, capital do estado, foi responsável pela maioria dos casos, refletindo sua maior população e melhor infraestrutura de saúde. Em contrapartida, os municípios menores relataram significativamente menos casos, possivelmente devido a desafios logísticos e limitações na coleta de dados. O estudo também identificou uma maior prevalência de mortalidade entre as mulheres, consistente com as tendências nacionais. A prevalência geral de óbitos por hipertensão no Acre foi calculada em 1,29%. Esses achados destacam a necessidade de intervenções direcionadas para o controle da hipertensão e a redução da mortalidade associada, especialmente nas regiões menos desenvolvidas do Acre.ptAcreMedicinePREVALÊNCIA DE MORTALIDADE POR DOENÇAS HIPERTENSIVAS NO ACRE: ANÁLISE TEMPORAL DOS ANOS DE 2018 A 2022article