María Cándida Ferreira de Almeida2026-03-222026-03-22202410.11606/va.i1.198979https://doi.org/10.11606/va.i1.198979https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75144Este artigo parte do momento em que, a través de navegações europeias, se fixaram textual e visualmente as fronteiras imaginárias e reais do que seria considerado Brasil, para identificar como uma imagem específica — a mulher nua — se tornou índice do povo brasileiro. Retomo o ritual antropofágico como textualidade estruturadora desta configuração inicial, apontando que a ênfases dada a esta expressão cultural aparecerá na iconografia desde o século XVI e o conteúdo destas narrativas visuais fixará uma imagem em especial: A antropofagia como valor diferenciador dos brasileiros.ptGeographyDesenhando e apagando América nas textualidades da antropofagiaarticle