Rafael Honorio e SilvaMaria Clara Goulart da SilvaEduarda Dias da SilvaJoão Victor de Oliveira AlvarengaAna Gabriella Bodanese TerraGustavo Marinho de Araújo RosaThalia Araújo dos SantosJéssica Lima PiresPedro Lucas de Oliveira FrancoLeonardo Santos Assis2026-03-222026-03-22202310.5281/zenodo.8363893https://doi.org/10.5281/zenodo.8363893https://andeanlibrary.org/handle/123456789/74028A glândula hipófise desempenha um papel vital no controle de diversas funções do organismo, regulando a secreção de hormônios importantes. Os tumores hipofisários, apesar de sua relativamente baixa incidência na população em geral, representam um desafio significativo no campo da neuroendocrinologia e da neurocirurgia. Entre esses tumores, uma categoria que tem despertado crescente atenção e preocupação é a dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos (THNFA). <strong>Objetivo: </strong>Analisar as Abordagens Terapêuticas e Tratamento dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos. <strong>Metodologia: </strong>Trata-se de um estudo de revisão integrativa realizado com base no levantamento bibliográfico nas bases científicas: LILACS e SciELO. <strong>Resultados e Discussões: </strong>Os resultados mostram que a radioterapia, em particular a radiocirurgia estereotáxica, é eficaz na estabilização do tamanho tumoral e na preservação da função visual em pacientes com compressão do quiasma óptico. Além disso, a radioterapia pode ser usada como terapia adjuvante após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência. A terapia farmacológica desempenha um papel complementar no tratamento de THNFAs agressivas. Embora esses tumores não secretem hormônios em excesso, alguns deles expressam receptores de hormônios hipofisários, como o receptor de somatostatina e o receptor de dopamina. <strong>Conclusão: </strong>Os resultados desta análise destacam a importância da colaboração entre equipes multidisciplinares, que incluem neurocirurgiões, endocrinologistas, radioterapeutas e oncologistas, para garantir o melhor atendimento possível a esses pacientes desafiadores. À medida que avançamos, a pesquisa translacional e clínica continuará a desempenhar um papel crucial na identificação de novas estratégias terapêuticas e na melhoria dos resultados clínicos para aqueles que enfrentam os THNFAs agressivos.ptMedicineMANEJO DOS TUMORES HIPOFISÁRIOS CLINICAMENTE NÃO FUNCIONANTES AGRESSIVOSarticle