Maria Célia Lima‐HernandesEliete Sampaio FarnedaMiriam Cayetano Choque2026-03-222026-03-22202410.35362/rie9616440https://doi.org/10.35362/rie9616440https://andeanlibrary.org/handle/123456789/58774Citaciones: 1Neste artigo, pretendemos explorar, numa abordagem da Paisagem Linguística, os espaços universitários e urbanos como pano de fundo para evidenciar descompassados na integração étnica e na incorporação de diferenças no Brasil e na Bolívia, a partir de duas cidades pulsantes em urbanidade e atratora de talentos interessados em participar de seus ambientes acadêmicos. No Brasil, abordaremos os protestos étnicos que, em alguns espaços, são naturalizados como uma ocupação estudantil, um direito regular e geral que ressoa nos espaços universitários como uma fase simbólica, mas fugaz. Na Bolívia, demonstraremos o resultado de protestos pregressos que deixam ainda hoje marcas na paisagem urbana e universitária, embora hoje os protestos já estejam silenciados, sem grandes mudanças na condição das diferenças étnicas. Sendo esta uma pesquisa qualitativa-descritiva, recolhemos, in loco, por meio de fotografias e de documentos diversos, registros de como a superdiversidade de ações, atitudes e movimentos têm delineado em São Paulo resultados que já foram percorridos por La Paz, frisando, na comparação entre esses espaços, o descompasso de avanços nas grandes metrópoles desses dois países da América Latina. A análise das imagens que pululam os espaços universitários e humanos nos permitiu identificar as diferentes atitudes e estratégias utilizadas pelos grupos étnicos para reivindicar seus direitos, constituindo-se, assim, um elemento a ser incorporado na metodologia científica do campo das Paisagens LinguísticasptHumanitiesArtO impacto da paisagem linguística nos espaços universitários e urbanos no Brasil e na Bolíviaarticle