Alhena Caicedo Fernández2026-03-222026-03-22202110.20396/csr.v23i00.15093https://doi.org/10.20396/csr.v23i00.15093https://andeanlibrary.org/handle/123456789/52775Citaciones: 2O fenômeno de expansão do uso do yagé da América do Sul para o restante do mundo é caracterizado especialmente a partir da ideia da globalização da ahayuasca. No entanto, essa expansão foi mais recentemente acompanhada da configuração da ideia de uma comunidade ahayuasqueira internacional. Como “comunidade imaginada”, esse espaço é produzido e concretizado socialmente a partir de imagens, metáforas e práticas de representação particulares que devem ser pensadas. Nesse sentido, minha intenção neste artigo é explorar algumas características da produção simbólica que cria e recria a comunidade ahayuasqueira internacional e certos imaginários poderosos que a conectam à Amazônia e seus habitantes. Também me interessa analisar o modo como os circuitos internacionalizados da ahayuasca fazem referência a si próprios e a lugares emblemáticos que se tornaram símbolos para essa comunidade. Por fim, busco caracterizar alguns efeitos que a globalização da ahayuasca produz nos países da bacia amazônica.ptHumanitiesPhilosophyAyahuascaarticle