Alline Alves de SousaBeatriz Baltazar Wgiete da SilvaLaura Koch CollodettiLara Barros MartinsAlexsandro Luiz De Andrade2026-03-222026-03-22202310.5935/rpot/2023.3.24547https://doi.org/10.5935/rpot/2023.3.24547https://andeanlibrary.org/handle/123456789/74434O assédio moral no contexto universitário pode atingir professores vulneráveis a relações interpessoais violentas. O objetivo dessa pesquisa foi analisar a influência das bases de poder dos colegas de trabalho sobre o assédio moral (definido pelas dimensões condições de trabalho, preconceito e humilhação). A partir da coleta de dados on-line obteve-se uma amostra de 223 professores, sendo 57,8% mulheres, com média de idade de 47,5 (DP = 10,1). Os resultados mostraram que docentes mulheres tendem a vivenciar mais preconceito e condições de trabalho que caracterizam o assédio moral quando comparadas aos homens. As análises de regressão evidenciaram que o poder coercitivo – uma das facetas das bases de poder - prediz condições de trabalho e humilhação. Já o poder legítimo – outra base de poder - prediz preconceito e humilhação. Destaca-se a importância da promoção de processos de gestão de pessoas que visem a melhoria nas relações interpessoais entre professores para a prevenção do assédio moral. Palavras-chave: assédio moral, bases de poder, professores universitários.ptSociologyPsychologyHumanitiesPedagogyBases de Poder Social e Assédio Moral no Trabalho de Professores(as) Universitários(as)article