Marilea dos Santos CarvalhoAna Jacy Guedes de Melo e DiasBárbara Vasti Lira Lins de OliveiraBruna CecchinEmerson Batista MangueiraEmilly Louise Rodrigues OliveiraFlávio De Vasconcelos SilvaGiovanna Maria Nobre BarretoGlória Araújo LestingiGuilherme Kumm Ávila2026-03-222026-03-22202410.36557/2674-8169.2024v6n7p3331-3347https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p3331-3347https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75532O acidente vascular encefálico é uma das principais causas de morbidade e mortalidade, exigindo manejo rápido e eficaz em unidades de emergência. Esta revisão integrativa visa sintetizar as melhores práticas, avanços terapêuticos e inovações tecnológicas no atendimento inicial do acidente vascular encefálico. Foram analisados estudos publicados entre 2019 e 2024, abordando desde tecnologias digitais, como aplicativos móveis, até terapias emergenciais, como a trombólise e a trombectomia mecânica. Os resultados indicam que a implementação de tecnologias digitais melhora a triagem e a comunicação entre os profissionais de saúde, enquanto as terapias emergenciais são eficazes na redução da gravidade dos déficits neurológicos. A triagem pré-hospitalar e a capacitação contínua dos profissionais são cruciais para um atendimento de alta qualidade. A abordagem multidisciplinar, incluindo a intervenção precoce da fisioterapia, contribui para melhores desfechos funcionais. Conclui-se que uma abordagem integrada e coordenada é essencial para otimizar os resultados clínicos e reduzir a carga do acidente vascular encefálico. A implementação eficaz dessas estratégias depende de investimentos em infraestrutura, treinamento e pesquisa contínua.ptMedicineManejo Inicial do Acidente Vascular Encefálico em Unidades de Emergência: Uma Revisão Integrativaarticle