Maria da Graça Gomes de Pina2026-03-222026-03-22201810.1590/2176-457333238https://doi.org/10.1590/2176-457333238https://andeanlibrary.org/handle/123456789/66627RESUMO Embora não estivesse afiliado direta e especificamente a nenhum dos movimentos de vanguarda que eclodiram durante a sua breve existência, a produção fértil e vasta de Souza-Cardoso, com a leveza e a beleza que a caracteriza, conseguiu de certo modo tocá-los a todos. Umberto Boccioni, ativíssimo pintor e escultor, muito mais próximo dos movimentos vanguardistas inflamando algumas áreas europeias, é, pelo contrário, um autor plenamente futurista. Pretendo analisar sucintamente a obra destes dois artistas, tendo especialmente em conta o fato de ambos terem o mesmo objetivo - a dinâmica do corpo humano -, mas também a sua convergência e divergência relativamente às indicações programáticas do manifesto futurista.ptHumanitiesArtManifestoPolitical scienceSouza-Cardoso e Boccioni: movimentos analógicos em confrontoarticle