Maria Dolores Sosin Rodriguez2026-03-222026-03-22201810.5935/cadernosletras.v.18n1p78-88https://doi.org/10.5935/cadernosletras.v.18n1p78-88https://andeanlibrary.org/handle/123456789/74681O que Michel Foucault (2008) faz em Arqueologia do saber nos é caro, e o problema que se erige acerca da história, "não é mais a tradição e o rastro, mas o recorte e o limite" (FOUCAULT, 2008, p. 6).A poesia, enquanto fragmento histórico, é um desdobramento do entendimento da própria poesia como produção fundamentalmente ligada à memória.Na introdução de sua arqueologia, Foucault (2008, p. 13) propõe o seu intento de "formular uma teoria geral das descontinuidades".Ora, seria possível construir uma ideia sobre a história e uma ideia sobre o saber fundamentadas em algo que se fundamente no que é descontínuo?Acerca desse tema, disserta:É como se aí onde estivéramos habituados a procurar as origensptHumanitiesArtPhilosophyUm outro nível de vínculo: tempo e memória na poesia de Jacques Roubaudarticle