Marco Aurélio de CarvalhoPaulo Rennes Marçal Ribeiro2026-03-222026-03-22202010.14295/de.v8i1.11366https://doi.org/10.14295/de.v8i1.11366https://andeanlibrary.org/handle/123456789/69004Super-heróis fazem do cotidiano de crianças, jovens e adultos, sendo, muitas vezes, taxados de cultura inútil. No entanto, alguns educadores têm defendido o seu uso no processo de aprendizagem. No que diz respeito à sexualidade, em especial a aquelas dissidentes da cisheteronormatividade, há poucos heróis que tratam esse assunto de forma explicita. Tal abordagem muitas vezes se dá sob a forma de alegorias. É o caso dos X-men que foram concebidos por Stan Lee como uma alegoria de minorias sociais da vida real. Esse artigo tem como proposta discutir, a partir do conceito de abjeção da filósofa Judith Butler, como os mutantes são uma alegoria da vivência de alunos LGBTQI+ na escola através da série animada X-men Evolution. Acreditamos que os X-men possam vir a ser um instrumento importante para educadores trabalharem a questão da homofobia e transfobia em sala de aula.ptHumanitiesPhilosophyESCOLA, GÊNERO E ABJEÇÃO: DESDOBRAMENTOS A PARTIR DA ALEGORIA NA ANIMAÇÃO X-MEN EVOLUTIONarticle