Aramis Luis Silva2026-03-222026-03-22201510.26512/museologia.v4i7.16775https://doi.org/10.26512/museologia.v4i7.16775https://andeanlibrary.org/handle/123456789/62287Tomando como ponto de partida a questão do translado para uma nova sede museal dos restos mortais pertencentes à coleção bororo organizada e mantida pelos padres salesianos no Brasil, essa reflexão visa demonstrar que, a despeito das aparentes alterações de sentido do que é tido como etnográfico em um dado projeto museológico, a lógica que sustenta esse contínuo processo de reconfiguração e reatualização de significados de categorias pode ser elucidada a partir de um diálogo entre antropologia, museologia e história. Nele, veremos como coleções e museus missionários serviram como tecnologias para religiosos produzirem visualmente o sagrado enquanto uma categoria antropológica.ptHumanitiesArtQuando as musas vestem o hábito – diálogo entre Antropologia, Museologia e História à soleira dos museus missionáriosarticle