Carlos CrespoBernardo Jefferson de Oliveira2026-03-222026-03-22202010.22478/ufpb.2359-7003.2020v29n1.50868https://doi.org/10.22478/ufpb.2359-7003.2020v29n1.50868https://andeanlibrary.org/handle/123456789/68685Adinâmica sociopolítica da 'refundação dos Estados' vivenciada na Bolívia e no Equador durante a primeira década do século XXI atesta importantes transformações nas perspectivas educacionais.A partir de um paradigma alternativo ao modelo ocidental de desenvolvimento derivado do imaginário de povos indígenas andinos –que no Equador é expresso como “Bom Viver” (Sumak Kawsay) e na Bolívia como “Viver Bem” (Suma Qamaña)-a educação adquiriu novos sentidos e funções. Esses pensamentos entraram no debate público e foram incorporados nas novas constituições do Equador (2008) e Bolívia (2009) e em suas politicas educacionais. Este artigo enfoca as origens e fundamentos dessas concepções. Procuramos analisar seus significados e interpretações no debate sobre perspectivas decoloniais na América Latina. Palavras-chave: “Bom Viver”/Viver Bem” .Educação.Povos Indígenas. Equador –Bolívia.ptArtSUMAK KAWSAY / SUMA QAMAÑA: HORIZONTES ALTERNATIVOS DE SOCIEDAD Y CULTURA DESDE LOS IMAGINARIOS DE LOS PUEBLOS INDÍGENAS ANDINOSarticle