Cleidiana Alves de BritoAndreza OssaniMila Maia MartinsWeslley Barbosa MaiaKauann Lopes SoaresMaria Eduarda Barbosa de SouzaGabriel Rocha Pinon Teixeira de AraújoWalquiria da Silva Pedra ParreiraRadijames de Jesus Silva RibeiroRafael Lucas Santos Oliveira Gomes2026-03-222026-03-22202410.36557/2674-8169.2024v6n1p1186-1195https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n1p1186-1195https://andeanlibrary.org/handle/123456789/74614Este artigo tem por objetivo analisar a epidemiologia das internações e a taxa de mortalidade por neoplasia maligna de pâncreas, no Brasil, nos últimos cinco anos, com base em dados secundários disponíveis no banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Trata-se de um estudo descritivo transversal, com abordagem documental, através de dados secundários coletados no DATASUS. No período analisado, foram registradas 68.693 internações por neoplasia maligna de pâncreas, no Brasil. Conclui-se que a densidade populacional, condições socioeconômicas e acesso a centros médicos avançados influenciaram essa distribuição. Avanços notáveis foram feitos, incluindo a identificação de fatores de risco como tabagismo e obesidade, e a associação com problemas de glicose e diabetes como indicadores precoces.ptMedicineGynecologyNeoplasia maligna de pâncreas: taxa de mortalidade e perfil epidemiológico no Brasil entre 2018 e 2022article