Aureliano José Vieira PiresGleidson Giordano Pinto de CarvalhoRasmo GarcíaJosé Nobre de CarvalhoLeandro Sampaio Oliveira RibeiroDaiane Maria Trindade Chagas2026-03-222026-03-22200910.1590/s1516-35982009000100005https://doi.org/10.1590/s1516-35982009000100005https://andeanlibrary.org/handle/123456789/48250Citaciones: 24Este experimento foi conduzido para avaliar a composição química, a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e as características fermentativas de silagens de capim-elefante com 15% de casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandioca. A adição dos co-produtos no momento da ensilagem foi realizada na base da matéria natural (peso/peso), com dez repetições por tipo de silagem. As silagens com casca de café e farelo de mandioca apresentaram maiores teores de matéria seca. A silagem com farelo de mandioca apresentou os menores teores de nitrogênio total, extrato etéreo e componentes fibrosos. O maior valor de DIVMS foi observado na silagem com farelo de mandioca (74,1%) e o menor, na silagem com casca de café (54,3%). As silagens controle e com farelo de cacau apresentaram valores de digestibilidade semelhantes, 61,4 e 61,2%, respectivamente. Na avaliação das características fermentativas das silagens, não houve diferença entre os teores de ácidos orgânicos, porém o pH da silagem com casca de café (4,6) foi superior ao das demais silagens (4,1). A utilização de farelo de mandioca na ensilagem de capim-elefante reduz os componentes da parede celular e aumenta a DIVMS das silagens. Tanto a casca de café como o farelo de cacau adicionados no momento da ensilagem reduzem o valor nutritivo da silagem.ptAnimal scienceBiologyChemistryMathematicsCapim-elefante ensilado com casca de café, farelo de cacau ou farelo de mandiocaarticle