Marcella Maciel RiosMaria Vitória Martins AlvesGiovana Ferreira de Paula SilvaJoel Alves de Sousa JúniorHátila Marques Eterno BernardoKarinny Guimarães CoutoAntonio Oliveira de Moraes FilhoLaura Lima RibeiroPaulo Ricardo Oliveira de Lima JúniorFabiola Monteiro de Vasconcelos2026-03-222026-03-22202310.33448/rsd-v12i2.40218https://doi.org/10.33448/rsd-v12i2.40218https://andeanlibrary.org/handle/123456789/58431Citaciones: 1O acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) é caracterizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por um conjunto de fatores: desenvolvimento abrupto de sinais focais, em casos reversíveis ou globais. A disfunção deve durar por mais de 24 horas (menos que isso, trata-se de um ataque isquêmico transitório). Diante da importância epidemiológica do AVCi, este artigo visa discutir os mecanismos fisiopatológicos da doença. Este estudo trata-se de uma revisão narrativa com o propósito de discutir e descrever sobre o AVCi e sua fisiopatologia, como também, demonstrar como esta síndrome afeta a vida pessoal dos indivíduos acometidos. Foi utilizado o banco de dados: SciElo (Scientific Eletronic Library Online) e PubMed (US National Library of Medicine), com dados científicos de 2 de dezembro de 2022, sem restrição de idioma e sem restrição ao ano de publicação. Como o sistema nervoso comanda as principais funções do corpo humano, ele necessita de oxigênio em abundância e para que isso ocorra, possui um sistema circulatório de grande escala através dos ramos arteriais, os quais fornecem sangue. Essas que se originam da corticalidade e dos núcleos da base se prolongam em uma miríade de capilares que se interpõem e se anastomosam sucessivamente, assegurando uma circulação colateral completa. Anatomicamente não são artérias terminais e, funcionalmente, aproximado (no sentido de permitirem infartos) quando se lhes antepõem outros fatores de risco. Em suma, a fisiopatologia do AVCi estabelece uma grande relação das artérias sofridas do infarto com o quadro clínico do paciente acometido pela doença.ptMedicineHumanitiesSciELOGynecologyAspectos fisiopatológicos do acidente vascular isquêmico: uma revisão narrativaarticle