Carlos B. Gutiérrez2026-03-222026-03-22202410.59539/2175-2834-v1n2-654https://doi.org/10.59539/2175-2834-v1n2-654https://andeanlibrary.org/handle/123456789/62082Neste trabalho, a concepção hegeliana de futuro como criação contrapõe-se ao "fim da história" de Fukuyama. A ideologia do progresso continua perpetuando a cisão radical de presente e passado que dá início à modernidade européia, a partir da qual o desenraizamento histórico e social do sujeito racional puro reforça o desprestígio da tradição. É preciso restituir à tradição seu caráter de genuína experiência através da destruição apropriadora que quebra o supraentendimento negativo que a circunda há quatro séculos. Ante a supervalorização do futuro em que vivemos, é preciso retornar ao respeito pelo presente, através da paciente atenção ao passado: o presente é o lugar da práxis humana, em que se mesclam passado e futuro na produção da nova realidade, sob pressupostos cada vez maiores. Palavras-chave: História, Progresso, Tradição, Consciência histórica, Contingência.ptThe VenerableHumanitiesPhilosophyLa venerable tradición del progresoarticle