Santiago Arcila RodríguezJuan Arturo García2026-03-222026-03-22202510.31501/esf.v1i33.15962https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15962https://andeanlibrary.org/handle/123456789/77899O projeto Paisagens Fantasma toma a árvore de quina (Cinchona officinalis) e seu alcalóide, a quinina, como operadores conceituais que articulam memórias coloniais e espectros de violência em escala global. Saqueada das florestas andinas, a quina conectou América, Europa, África e Ásia em redes de extração, poder e resistência, originando o primeiro modelo de produção agroindustrial e, posteriormente, o primeiro cartel farmacêutico em escala global. Neste ensaio visual, apresentamos fragmentos de dois trabalhos que integram o projeto: 1. O curta experimental MA-QUINA, de Sebastian Wiedemann e Alexis Milonopoulos; 2. Artefatos roubados, um conjunto de imagens de espécies de quina doados anonimamente ao Centro de Malestares Tropicales, em um gesto típico do ativismo arquivístico.ptComputer sciencePaisagens fantasmaarticle