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Browsing by Autor "Ana Gabriella Medeiros"

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    Insuficiência cardíaca: manifestações clínicas e diagnóstico em adultos
    (2024) Camilla Maganhin Luquetti; Débora Maranhão Cordeiro Tenório; Gabriel Henrique Bellato Palin; Isabela Cristina de Brito Fernandes; Keity da Gama Resende; Letícia Marques Rodrigues Lins; João Pedro Paes Gomes; Jesus Francisco Lopes Júnior; Haroldo Luiz de Oliveira Neto; Ana Gabriella Medeiros
    Introdução: A IC é uma síndrome clínica complexa identificada pela presença de sintomas característicos atuais ou anteriores, como dispneia e fadiga, e evidências de disfunção cardíaca como causa desses sintomas (por exemplo, enchimento anormal do ventrículo esquerdo [VE] e/ou ventrículo direito [VD] e pressões de enchimento elevadas. De uma perspectiva hemodinâmica, a IC é um distúrbio no qual o coração não consegue bombear sangue para o corpo a uma taxa compatível com suas necessidades, ou pode fazê-lo apenas ao custo de altas pressões de enchimento. Pacientes com IC podem ou não ter sinais físicos associados, como aqueles relacionados à retenção de líquidos. Objetivo: discutir a insuficiência cardíaca e suas manifestações clínicas e diagnóstico em adultos. Metodologia: Revisão de literatura a partir de bases de dados da Scielo, da PubMed e da BVS, de abril a junho de 2024, com descritores “Heart failure”, “Clinical manifestations” e “Diagnosis”. Incluíram-se artigos de 2019-2024 (total 39), com exclusão de outros critérios e escolha de 05 artigos na íntegra. Resultados e Discussão: A IC deve ser suspeitada em indivíduos com um ou mais sintomas de IC não causados ​​por uma condição não cardíaca. O diagnóstico da IC é estabelecido a partir dos achados das seguintes avaliações (algoritmo 1 ): A identificação dos sintomas de IC é um passo fundamental no diagnóstico de IC. Embora um histórico por si só seja insuficiente para fazer o diagnóstico de IC, um histórico detalhado continua sendo o melhor discriminador para determinar a acuidade, etiologia e taxa de progressão da IC, e o histórico frequentemente fornece pistas importantes para a causa da IC. O exame físico pode fornecer evidências da presença e extensão da elevação da pressão de enchimento cardíaco, insuficiência do lado direito, aumento ventricular, hipertensão pulmonar e redução do débito cardíaco. Um ecocardiograma sozinho não estabelece ou exclui o diagnóstico de IC, mas é útil para identificar achados consistentes com IC e para identificar causas potenciais de IC (por exemplo, disfunção sistólica do ventrículo esquerdo [VE], disfunção diastólica do VE, disfunção valvar). Níveis de peptídeo natriurético – Os níveis de peptídeo natriurético devem ser interpretados no contexto de outras informações clínicas; eles podem dar peso ao diagnóstico de IC ou desencadear a consideração de IC, mas NÃO devem ser usados ​​isoladamente para diagnosticar ou excluir IC. Função do teste de exercício – A avaliação para distinguir causas cardíacas de outras causas pode incluir um teste de exercício cardiopulmonar. Conclusão: A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo. Como resultado, o fluido pode acumular-se nas pernas, pulmões e em outros tecidos por todo o corpo.
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    Saúde do trabalhador após pandemia
    (2024) Camilla Maganhin Luquetti; Mário Henrique Rodrigues Cavalcanti; Tania Alba Medrano; Thiago Leite Siqueira; Giovanna Maria de Freitas Oliveira; Sofia Barcelo Oliveira; Ana Gabriella Medeiros; Jonathan Villarroel Rojas; Vitória Duarte de Araújo Meirelles; Maria Isabel Guedes Lima
    Introdução: Seja para profissionais de saúde envolvidos diretamente nos cuidados com pacientes, seja em nível populacional, pouco se discutiu sobre condições e organização do trabalho, prevalecendo apenas protocolos de medidas individuais (higiene e uso de equipamentos de proteção). Os principais desafios foram a elevada transmissibilidade do vírus, a falta de EPI, a sobrecarga de trabalho e os impactos na saúde mental. Tais profissionais se viram diante do aumento de transtornos psiquiátricos, incluindo depressão, ansiedade, insônia, estresse e trauma indireto. Objetivo: compreender a saúde do profissional de saúde após Covid-19. Metodologia: Revisão de literatura integrativa a partir de bases da Scielo, da PubMed e da BVS, de março a maio de 2024, com descritores “Covid-19”, “Worker health Health”e “Post-pandemic”, cadastrados no DeCS/MeSH e operador “AND”. Incluíram-se artigos de 2019-2024 (total 100), com exclusão de outros critérios e escolha de 05 artigos na íntegra. Resultados e Discussão: A sensação de alto risco de contaminação, efeito da doença na vida profissional e humor deprimido: esse era o contexto vivenciado por profissionais de saúde. Além disso, a exaustão física e mental, a perda de pacientes e colegas, a dificuldade na tomada de decisão, o medo da contaminação e da transmissão da doença aos entes próximos também foram marcantes aos que estavam na linha de frente. De acordo com a OPAS, a intervenção no momento de crise deve ser o acolhimento do sujeito e de suas emoções, de forma sensível, empática, por meio da escuta ativa e qualificada - base da comunicação terapêutica. É importante oferecer suporte emocional. Isso envolve ouvir ativamente o que a pessoa está passando, proporcionando espaço seguro para expressão de sentimentos e preocupações. Os profissionais de saúde apresentam mais depressão, ansiedade, insônia e efeitos negativos em relação à saúde geral, em período pós-pandemia. O aumento desses problemas citados mostra que mesmo com o “fim” a níveis pandêmicos, e com a vida retornando à normalidade, esses profissionais de saúde ainda lidam com os efeitos causadores dessa crise em suas vidas. É essencial que órgãos e instituições de saúde ofereçam suporte aos trabalhadores, proporcionando-lhes apoio psicológico adequado e eficaz para enfrentar as repercussões dessa crise, sem estigmatizações e com menor morbidade. Conclusão: Tanto as instituições de saúde como os próprios profissionais precisam entender a importância do quesito mental e da repercussão em todas as outras aéreas da vida. É desafio que requer cuidado e atenção, bem como manejo adequado com acompanhamento multiprofissional e de forma longitudinal.

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