Avivar a autonomia: movimentos sociais, economia solidária e experimentações democráticas para além do Estado

dc.contributor.authorGustavo Moura de Oliveira
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:13:56Z
dc.date.available2026-03-22T19:13:56Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractResumo Nos últimos 30 anos, diversos movimentos sociais brasileiros apostaram na tática da ação institucionalizada; e muitas foram as análises sobre interação socioestatal no período. Essa espécie de encantamento com a capacidade democrática do Estado brasileiro entregou menor importância às experiências de exercício democrático registradas na sociedade civil. No entanto, tal abordagem parece perder forças depois do Golpe de 2016 e da ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República. Partindo de uma investigação mais ampla, o objetivo deste esforço foi o de explorar os períodos pré e pós-encantamento, no âmbito da trajetória do Movimento da Economia Solidária Brasileira, a fim de compreender como se dá o exercício da democracia para além ou apesar do Estado. Conclui-se que, tendencialmente, a ideia de autonomia-como-práxis-democrática poderia contribuir à elucidação de um tipo de democracia centrado na dupla território-comunidade, no qual autogestão e auto-organização importam mais do que a disputa democrática no âmbito do Estado.
dc.identifier.doi10.1590/2179-8966/2022/65254
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.1590/2179-8966/2022/65254
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/74832
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade do Estado do Rio de Janeiro
dc.relation.ispartofRevista Direito e Práxis
dc.sourceCentro de Investigación y Docencia Económicas
dc.subjectPolitical science
dc.titleAvivar a autonomia: movimentos sociais, economia solidária e experimentações democráticas para além do Estado
dc.typearticle

Files