Análise epidemiológica das Internações por Neoplasia Maligna do Esôfago no Brasil, entre 2019 e 2023
| dc.contributor.author | Igor Gabriel Mendes Costa | |
| dc.contributor.author | William Roberto de Oliveira Rezende Júnior | |
| dc.contributor.author | Luísa Mairink Fernandes | |
| dc.contributor.author | Amanda Cristina Araujo Lima | |
| dc.contributor.author | Ana Clara Freitas E Souza | |
| dc.contributor.author | Guilherme Sousa Martins | |
| dc.contributor.author | Vitor Miranda Albo Cardozo | |
| dc.contributor.author | Letícia Carvalho Tacão | |
| dc.contributor.author | Juliana Yasmim Mendonça Leão De Oliveira | |
| dc.contributor.author | Lorena Leal Fagundes | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:21:45Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:21:45Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: A neoplasia maligna do esôfago, um dos tipos de câncer mais agressivos e de difícil tratamento, é responsável por elevadas taxas de mortalidade globalmente, sendo a oitava causa mais comum de câncer e a sexta maior causa de mortes por câncer. Este estudo analisa as internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil, explorando variações regionais e temporais para fornecer subsídios à formulação de políticas de saúde pública mais eficazes. OBJETIVO: Este estudo visa quantificar e analisar as taxas de internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil. METODOLOGIA: O estudo retrospectivo com abordagem quantitativa utilizou dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), fornecidos pelo Departamento de Informática do SUS (TABNET/DATASUS). A análise abrangeu internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil de janeiro de 2019 a dezembro de 2023, empregando estatística descritiva e tabulação em planilhas do Microsoft Excel 2016 e Microsoft Word 10. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados deste estudo revelam um total de 88.176 internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil entre 2019 e 2023, com a maior concentração na Região Sudeste (39.654 casos), seguida pelas regiões Sul (24.677) e Nordeste (15.718). Observa-se uma leve queda nas internações durante 2020 e 2021, possivelmente relacionada ao impacto da pandemia de COVID-19. A variação regional reflete diferenças na infraestrutura de saúde e acesso ao diagnóstico, sugerindo a necessidade de políticas públicas direcionadas para reduzir essas disparidades. CONCLUSÃO: Portanto, a análise das internações por neoplasia maligna do esôfago no Brasil entre 2019 e 2023 revela disparidades regionais notáveis e o impacto significativo da pandemia de COVID-19 na redução das internações e agravamento das condições dos pacientes. É crucial implementar políticas públicas que abordem essas desigualdades e garantam acesso equitativo ao diagnóstico precoce e tratamento, melhorando assim os resultados de saúde para pacientes com essa condição grave. | |
| dc.identifier.doi | 10.36557/pbpc.v3i2.154 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.36557/pbpc.v3i2.154 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75606 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.relation.ispartof | Periódicos Brasil Pesquisa Científica | |
| dc.source | Universidade Federal do Amazonas | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.title | Análise epidemiológica das Internações por Neoplasia Maligna do Esôfago no Brasil, entre 2019 e 2023 | |
| dc.type | article |