PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DAS HEMOFILIAS A E B NO ESTADO DO MARANHÃO

dc.contributor.authorAmanda de Jesus Abreu Rocha
dc.contributor.authorSuiani Carvalho Braz
dc.contributor.authorMércya Carolynne Santos Silva
dc.contributor.authorAna Sarah Nobre Bezerra Santos
dc.contributor.authorCarlos Emanuel Araújo Soares
dc.contributor.authorVitória Ribeiro Pereira
dc.contributor.authorAdemilton Costa Alves
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:09:54Z
dc.date.available2026-03-22T19:09:54Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractA hemofilia A, caracterizada pela deficiência do fator de coagulação VIII, e a hemofilia do tipo B, deficiência no fator IX. A hemofilia A afeta cerca de 1 a cada 10.000 nascimentos masculinos. Até o ano de 2021, havia 11.141 pacientes diagnosticados com essa condição. Já a hemofilia B é aproximadamente quatro vezes menos frequente, com 2.196 pacientes registrados no Sistema Hemovida Web Coagulopatias, do Ministério da Saúde. O estudo visa examinar a prevalência dos tipos de hemofilias no estado do Maranhão, assim como traçar um perfil clínicoepidemiológico dos pacientes portadores de hemofilia A e B, registrados no sistema de dados de coagulopatias hereditárias do Ministério da Saúde.Trata-se de um estudo do tipo observacional descritivo com análises de dados secundários obtidos por consulta às bases de dados públicos disponibilizados no sitema de dados de Coagulopatias Hereditárias do Ministério da Saúde, Hemovida Web Coagulopatias, das informações regitradas no período de 1 janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2021. Os dados clínicos e epidemiológicos dos pacientes portadores de hemofilia A e B foram analisados e gerados gráficos e tabelas correspondentes. O Maranhão registrou o atendimento de 274 hemofílicos. Sendo 239 do tipo A e 35 do tipo B. Houve presença de inibidores em 36 dos pacientes, 35 hemofilicos A e 1 hemofílico B. Ambos com a forma moderada prevalente. No Brasil, obteve-se 98,4% de pacientes masculinos, com apenas 1,6% diagnósticos do gênero feminino. As frequências maiores estão na faixa etária de 20 a 29 anos. A região Nordeste, onde o Maranhão está inserido apresentou o segundo maior número de casos de hemofilia no Brasil. Dessa forma, espera-se que esses resultados possam auxiliar no estímulo ao aprimoramento de utilização das informações registradas como recurso na gestão pública, com ênfase em sua atualização constante e confiabilidade, contribuindo para uma gestão mais eficaz da assistência e do planejamento de cuidados. Isso, por sua vez, impulsiona a produção de pesquisas e contribui de maneira tangível para aprimorar a qualidade e o planejamento da assistência a esses tipos de transtornos hemorrágicos.
dc.identifier.doi10.54751/revistafoco.v16n12-087
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.54751/revistafoco.v16n12-087
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/74436
dc.language.isopt
dc.publisherFaculdade Novo Milênio
dc.relation.ispartofRevista Foco
dc.sourceSecretaria de Planejamento e Gestão
dc.subjectMedicine
dc.subjectHumanities
dc.titlePERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DAS HEMOFILIAS A E B NO ESTADO DO MARANHÃO
dc.typearticle

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