Suplementação a pasto: disponibilidade e qualidade x níveis de suplementação x desempenho
| dc.contributor.author | Fabiano Ferreira da Silva | |
| dc.contributor.author | Jacqueline Firmino de Sá | |
| dc.contributor.author | Alex Resende Schio | |
| dc.contributor.author | Luís Carlos Vinhas Ítavo | |
| dc.contributor.author | Robério Rodrigues Silva | |
| dc.contributor.author | Rodrigo Gonçalves Mateus | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T13:55:54Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T13:55:54Z | |
| dc.date.issued | 2009 | |
| dc.description | Citaciones: 67 | |
| dc.description.abstract | Objetivou-se avaliar os resultados da suplementação no período seco do ano e as possíveis interferências da disponibilidade e qualidade da forragem e os níveis de suplementação nos desempenhos. A disponibilidade total de MS e matéria seca verde das pastagens diferida para utilização na seca possui média de todos os experimentos de 6.431 kg.ha-1 e de 2.173 kg.ha-1, respectivamente. As Brachiarias no período seco sob pastejo apresentam altos teores de FDN, com média de 74,50%, altos teores de FDA, com média de 44,19%, baixos teores de PB, com média de 5,59% e baixos teores de DIVMS/O, com média de 51,36%. Nesse sentido, a dieta colhida pelo animal normalmente apresenta maiores teores de proteína bruta e menores teores de FDN. Sobre o consumo em pastejo, nota-se que a redução é mínimo até o nível de suplementação de 0,3% do peso corporal (PC) por dia e quando o consumo de suplemento aumenta para níveis acima de 0,3% do PC, o consumo de pasto é reduzido e que esse decréscimo pode ser ainda maior quando a oferta de suplemento é de 0,8% do PC. A suplementação propiciou aos bovinos maiores ganhos do que os recebendo apenas sal mineral no período seco. Devem-se garantir pelo menos 4.500 kg de MS total.ha-1, 1.200 kg.ha-1 de MSV, oferta de 10 a 12% do PC de MS da forragem e 6% de MS potencialmente digestível, para garantir seletividade e ganhos individuais satisfatórios sem comprometer o ganho por área. A suplementação no período seco em braquiárias é biologicamente viável pelo efeito positivo no ganho de peso, mas a viabilidade econômica do sistema é local dependente. Níveis de suplementação acima de 0,8% do PC devem ser investigados quanto a alternativas que possam evitar possíveis efeitos negativos no ambiente ruminal que reduzam as expectativas de ganho, como o fracionamento da suplementação. | |
| dc.identifier.doi | 10.1590/s1516-35982009001300037 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.1590/s1516-35982009001300037 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/43557 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Sociedade Brasileira de Zootecnia | |
| dc.relation.ispartof | Revista Brasileira de Zootecnia | |
| dc.source | Universidad Evangélica Boliviana | |
| dc.subject | Animal science | |
| dc.subject | Grazing | |
| dc.subject | Chemistry | |
| dc.subject | Biology | |
| dc.title | Suplementação a pasto: disponibilidade e qualidade x níveis de suplementação x desempenho | |
| dc.type | article |