PORTADORES DE HIV DE MEIA-IDADE E ALTERAÇÕES COGNITIVAS: DIAGNÓSTICO PRECOCE PARA PREVENÇÃO DE DANOS NEUROCOGNITIVOS

dc.contributor.authorGregório Otto Bento de Oliveira
dc.contributor.authorRegiane Cristina do Amaral Santos
dc.contributor.authorRodrigo Aires Corrêa Lima
dc.contributor.authorLuciene Alves dos Santos Silva
dc.contributor.authorHeron Flores Nogueira
dc.contributor.authorGrazieli Aparecida Huppes
dc.contributor.authorOsvaldo Santos
dc.contributor.authorRailon Fernandes Tavares
dc.contributor.authorPatricia Carine Silva Almeida
dc.contributor.authorGlaciane Sousa Reis
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T20:39:11Z
dc.date.available2026-03-22T20:39:11Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractO diagnóstico de HIV em adultos com 50 anos ou mais tem aumentado, impulsionado pela terapia antirretroviral e pela ampliação dos testes diagnósticos. Estudos classificam como idosos, no contexto do HIV, aqueles com 50 anos ou mais. Em 2020, estimou-se que 70% dos indivíduos com HIV nos EUA estavam nessa faixa etária. No Brasil, em 2017, foram notificadas 4.839 infecções por HIV em pacientes com 50 anos ou mais, representando 11,4% do total. Entre 2020 e 2022, a população de pacientes com HIV acima de 50 anos no Brasil enfrentou desafios específicos. O Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS 2021 do Ministério da Saúde relatou um aumento significativo nos diagnósticos nessa faixa etária: 5.709 novos casos em 2020, subindo para 6.128 em 2021, com aumento em 2022. Esse crescimento reflete a necessidade de estratégias de prevenção e tratamento específicas para os mais velhos. A vulnerabilidade dessa população é agravada pelo diagnóstico tardio, resultando em complicações de saúde mais severas e uma resposta ao tratamento menos eficaz. É imprescindível a intervenção na população idosa no que tange as complicações cognitivas, sendo um foco na saúde desses idosos. As possibilidades para viver mais, devido a terapia medicamentosa já é um dos maiores avanços angariados para a população com HIV, e logicamente para os idosos portadores, porém, é transcendente que essa população idosa seja assistida com os meios corretos no atendimento da saúde mental, principalmente na prevenção de danos cognitivos.
dc.identifier.doi10.37885/240817318
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.37885/240817318
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/83273
dc.language.isopt
dc.relation.ispartofEditora Científica Digital eBooks
dc.sourceCentro Universitário de Caratinga
dc.subjectMedicine
dc.subjectHuman immunodeficiency virus (HIV)
dc.titlePORTADORES DE HIV DE MEIA-IDADE E ALTERAÇÕES COGNITIVAS: DIAGNÓSTICO PRECOCE PARA PREVENÇÃO DE DANOS NEUROCOGNITIVOS
dc.typebook-chapter

Files