Análise das características epidemiológicas e hospitalares da espinha bífida referente aos casos registrados na população pediátrica no Brasil nos últimos 5 anos
| dc.contributor.author | Marcela Malafaya Rosa | |
| dc.contributor.author | Laura Favero Janini Abboud | |
| dc.contributor.author | Thiago Felipe França | |
| dc.contributor.author | Victor Hugo Fernandes Alcantara | |
| dc.contributor.author | Júlia Souza de Andrade | |
| dc.contributor.author | João Pedro Parrela Muniz | |
| dc.contributor.author | Bruna Sartori da Silva | |
| dc.contributor.author | Marcos Castro Mendes | |
| dc.contributor.author | Conrado Perroni | |
| dc.contributor.author | Evelin Leonara Dias da Silva | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T15:35:02Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T15:35:02Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description | Citaciones: 1 | |
| dc.description.abstract | A espinha bífida é definida como um defeito no fechamento ósseo posterior da coluna vertebral, sendo que as causas estão relacionadas à interação dos fatores genéticos e ambientais. As crianças portadoras de espinha bífida carregam consigo complicações que tornam a patologia um sério problema de saúde pública, cuja repercussão compreende desde seus familiares até a comunidade com que convivem. Diante disso, o presente estudo propõe analisar as internações por espinha bífida, na população pediátrica, no Brasil e suas regiões, nos últimos 5 anos. Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo e analítico, acerca das internações decorrentes de espinha bífida, elaborado através de dados secundários obtidos do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde, em crianças menores de 1 ano até 19 anos, no período de 2017 a 2021, no Brasil e suas macrorregiões. No período analisado, foram registradas 4.823 internações por espinha bífida, em crianças menores de 1 ano até 19 anos, no Brasil. No que tange às regiões geográficas, o maior número de internações concentra-se na região Nordeste. Em relação à faixa etária, os pacientes menores de 1 ano foram os mais acometidos. Em relação ao sexo, o sexo feminino foi o que predominou. Quanto à etnia informada dos internados, o maior número de casos prevaleceu nos hospitalizados de etnia branca. Logo, é possível apontar os pacientes internados por espinha bífida, em crianças menores de 1 ano até 19 anos, como um problema de saúde pública que merece a atenção do governo e da sociedade brasileira em geral. | |
| dc.identifier.doi | 10.33448/rsd-v11i16.37891 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.33448/rsd-v11i16.37891 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/53215 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Grupo de Pesquisa Metodologias em Ensino e Aprendizagem em Ciências | |
| dc.relation.ispartof | Research Society and Development | |
| dc.source | Universidade de Franca | |
| dc.subject | Biology | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.subject | Molecular biology | |
| dc.title | Análise das características epidemiológicas e hospitalares da espinha bífida referente aos casos registrados na população pediátrica no Brasil nos últimos 5 anos | |
| dc.type | article |